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UNIBANCO E ITAÚ QUITAM EMPRÉSTIMOS DO BIRD/IFC

De São Paulo

O Unibanco quitou empréstimo especial à exportação de US$ 125 milhões com apoio da Internacional Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial, que vencia em outubro. E pré-pagou outros US$ 100 milhões que venciam em dezembro e mais US$ 25 milhões que deveriam ser pagos em maio de 2004, parte do mesmo pacote de empréstimo. O Itaú também quitou sem se interessar por rolar US$ 200 milhões à exportação que venciam em outubro com apoio da IFC.

A razão: com a sobra de linhas normais à exportação, o custo desses recursos ficou alto demais. “A estrutura não é mais eficiente”, diz Carlos Catraio, diretor do Unibanco. “Esse tipo de empréstimo só é vantajoso na hora que os bancos comerciais se retraem”, diz Suzana Herzka, diretora do Itaú BBA, que tem US$ 60 milhões desse tipo de empréstimo vencendo em fevereiro.

A estrutura prevê um empréstimo A, com recursos do BID ou da IFC, mais um empréstimo B, com dinheiro dos bancos comerciais mas sob o guarda-chuva do BID ou da IFC, que aparecem oficialmente como credores de toda a operação, reduzindo seu risco político (o BID e o Bird são credores preferenciais).

O presidente do BID, Enrique Iglesias, fez questão de divulgar várias vezes à imprensa em maio, em sua visita ao Brasil, que pretendia participar de empréstimos à exportação ao país de US$ 500 milhões neste ano. Incluía US$ 180 milhões ao Bradesco já fechado, com participação da IFC e bancos privados, mais linhas novas ao Itaú e ao Unibanco. Os dois bancos, pelo visto, não deverão mostrar muito interesse.(C.P.L.)

Por 10:01 Notícias

UNIBANCO E ITAÚ QUITAM EMPRÉSTIMOS DO BIRD/IFC

De São Paulo
O Unibanco quitou empréstimo especial à exportação de US$ 125 milhões com apoio da Internacional Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial, que vencia em outubro. E pré-pagou outros US$ 100 milhões que venciam em dezembro e mais US$ 25 milhões que deveriam ser pagos em maio de 2004, parte do mesmo pacote de empréstimo. O Itaú também quitou sem se interessar por rolar US$ 200 milhões à exportação que venciam em outubro com apoio da IFC.
A razão: com a sobra de linhas normais à exportação, o custo desses recursos ficou alto demais. “A estrutura não é mais eficiente”, diz Carlos Catraio, diretor do Unibanco. “Esse tipo de empréstimo só é vantajoso na hora que os bancos comerciais se retraem”, diz Suzana Herzka, diretora do Itaú BBA, que tem US$ 60 milhões desse tipo de empréstimo vencendo em fevereiro.
A estrutura prevê um empréstimo A, com recursos do BID ou da IFC, mais um empréstimo B, com dinheiro dos bancos comerciais mas sob o guarda-chuva do BID ou da IFC, que aparecem oficialmente como credores de toda a operação, reduzindo seu risco político (o BID e o Bird são credores preferenciais).
O presidente do BID, Enrique Iglesias, fez questão de divulgar várias vezes à imprensa em maio, em sua visita ao Brasil, que pretendia participar de empréstimos à exportação ao país de US$ 500 milhões neste ano. Incluía US$ 180 milhões ao Bradesco já fechado, com participação da IFC e bancos privados, mais linhas novas ao Itaú e ao Unibanco. Os dois bancos, pelo visto, não deverão mostrar muito interesse.(C.P.L.)

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