Novo alerta sobre riscos da reposição hormonal (OGL-03/VJ-10/EP-15)
Os jornais e revistas monitorados informaram que o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH) interrompeu estudo sobre o uso da terapia de reposição hormonal à base de estrogênio na prevenção de doenças cardíacas em mulheres pós-menopausa.
O Globo informou que a pesquisa foi interrompida porque a reposição hormonal, à base de Premarin, não ofereceu benefícios para o coração e aumentou ligeiramente o risco de derrame, efeito colateral grave. De acordo com a matéria, médicos supunham que o uso de apenas estrogênio fosse menos arriscado do que a combinação com progestina, o que não foi sustentado pela nova pesquisa. A Veja informou que o estudo, iniciado em 1997, contava com a participação de 11.000 mulheres e que os trabalhos foram suspensos porque os riscos ultrapassaram os limites de segurança.
Em nota, a Época revelou que a divulgação de que a reposição de estrógeno aumenta o risco de derrame em mulheres acima dos 50 anos criou um impasse para as mulheres jovens, que tomam o hormônio porque tiveram o útero e o ovários removidos. De acordo com a revista, médicos(as) recomendam que elas continuem com a reposição e tentem abandoná-la na faixa dos 50 anos.
Mais informações sobre terapia de reposição hormonal podem ser obtidas no dossiê Menopausa, da Rede Feminista de Saúde, no endereço eletrônico
http://www.redesaude.org.br/dossies/html/dossiemenopausa.html e texto de Fátima Oliveira no Observatório de Imprensa, endereço eletrônico http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/ofjor/ofc240720021p.htm.
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