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SITUAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Anistia Internacional divulga relatório sobre a situação da violência contra as mulheres

Em comemoração ao 08 de março, a Anistia Internacional lançou campanha mundial de combate à violência contra as mulheres e divulgou relatório sobre as discriminações e atentados sofridos por mulheres em todo o mundo. O relatório “Está em suas mãos. Pare a violência contra as mulheres”, informa que de cada 5 mulheres no mundo, 1 será vítima ou sofrerá uma tentativa de estupro até o final de sua vida e 1 bilhão de mulheres, uma em cada 3, já foram espancadas, forçadas a ter relação sexual ou submetidas a algum tipo de abuso. Em menção ao Brasil, o documento afirma que “a mídia às vezes estimula a visão de que a violência contra a mulher é aceitável, até sexy”.

Em entrevista à Folha de São Paulo, Irene Khan, secretária geral da Anistia Internacional, afirmou que essa violência resulta, em parte da desigualdade e das discriminações que vigoram em diversas sociedades e também devido à impunidade dos agressores.

O Globo e O Tempo ressaltaram que, segundo a Anistia Internacional, o estupro passou a ser usado como arma de guerra psicológica em conflitos armados, com “um impacto devastador e desesperador sobre as mulheres que vai além da violência inerente à guerra”. Em O Globo, a secretária-geral da Anistia Internacional, Irene Khan, culpou os efeitos da globalização pelo enorme índice de pobreza que persegue as mulheres, piorando ainda mais suas condições de vida.

O pesquisador sobre o Brasil da Anistia Internacional, Tim Cahill, em entrevista para a Folha de São Paulo, reconheceu esforços no Brasil para combater a violência contra a mulher, como a criação de delegacias da mulher. Mas Tim Cahill criticou os casos de violência julgados pelos juizados especiais criminais, em que o agressor é punido com o pagamento de multa ou cestas básicas. “No caso das famílias pobres, acabam afetando a mulher, por tirar dinheiro da família. Ou então o homem paga a multa e continua batendo”, disse o pesquisador.

Segundo o Jornal do Brasil do dia 09, organizações feministas da Somália lançaram a campanha para erradicar a mutilação de mulheres, no Dia Internacional da Mulher. Segundo a matéria, mais de mil pessoas aderiram à campanha, empunhando cartazes com as seguintes mensagens: “Submeter a sua filha à circuncisão é matar sua saúde” e “A circuncisão não é um dever”. Para o presidente do Governo Nacional de Transição, Abdiqassim Hassan, “a mutilação é injustificável. Nem religião nem cultura podem explicá-la”.

Fonte: Boletim Saude Reprodutiva

Por 13:14 Notícias

SITUAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Anistia Internacional divulga relatório sobre a situação da violência contra as mulheres
Em comemoração ao 08 de março, a Anistia Internacional lançou campanha mundial de combate à violência contra as mulheres e divulgou relatório sobre as discriminações e atentados sofridos por mulheres em todo o mundo. O relatório “Está em suas mãos. Pare a violência contra as mulheres”, informa que de cada 5 mulheres no mundo, 1 será vítima ou sofrerá uma tentativa de estupro até o final de sua vida e 1 bilhão de mulheres, uma em cada 3, já foram espancadas, forçadas a ter relação sexual ou submetidas a algum tipo de abuso. Em menção ao Brasil, o documento afirma que “a mídia às vezes estimula a visão de que a violência contra a mulher é aceitável, até sexy”.
Em entrevista à Folha de São Paulo, Irene Khan, secretária geral da Anistia Internacional, afirmou que essa violência resulta, em parte da desigualdade e das discriminações que vigoram em diversas sociedades e também devido à impunidade dos agressores.
O Globo e O Tempo ressaltaram que, segundo a Anistia Internacional, o estupro passou a ser usado como arma de guerra psicológica em conflitos armados, com “um impacto devastador e desesperador sobre as mulheres que vai além da violência inerente à guerra”. Em O Globo, a secretária-geral da Anistia Internacional, Irene Khan, culpou os efeitos da globalização pelo enorme índice de pobreza que persegue as mulheres, piorando ainda mais suas condições de vida.
O pesquisador sobre o Brasil da Anistia Internacional, Tim Cahill, em entrevista para a Folha de São Paulo, reconheceu esforços no Brasil para combater a violência contra a mulher, como a criação de delegacias da mulher. Mas Tim Cahill criticou os casos de violência julgados pelos juizados especiais criminais, em que o agressor é punido com o pagamento de multa ou cestas básicas. “No caso das famílias pobres, acabam afetando a mulher, por tirar dinheiro da família. Ou então o homem paga a multa e continua batendo”, disse o pesquisador.
Segundo o Jornal do Brasil do dia 09, organizações feministas da Somália lançaram a campanha para erradicar a mutilação de mulheres, no Dia Internacional da Mulher. Segundo a matéria, mais de mil pessoas aderiram à campanha, empunhando cartazes com as seguintes mensagens: “Submeter a sua filha à circuncisão é matar sua saúde” e “A circuncisão não é um dever”. Para o presidente do Governo Nacional de Transição, Abdiqassim Hassan, “a mutilação é injustificável. Nem religião nem cultura podem explicá-la”.
Fonte: Boletim Saude Reprodutiva

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