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DESEMPREGO: NOTA OFICIAL DA CUT

A pesquisa divulgada ontem, 22, pela Fundação Seade- Dieese, mostra a gravidade da situação econômica que o Brasil atravessa.

Ao constatar que um em cada cinco trabalhadores está desempregado, a pesquisa reforça a necessidade de agilidade nas ações governamentais para não aprofundar a crise social no País.

Para a Central Única dos Trabalhadores, medidas como a adoção das frentes emergenciais de trabalho, a redução da jornada de trabalho, a diminuição da taxa de juros e políticas efetivas de incremento da produção, são urgentes, porque o Brasil não pode permitir que o ano de 2004 apresente indicadores sociais semelhantes ou inferiores a 2003.

Todas estas propostas já foram apresentadas ao Executivo pela CUT e, na nossa avaliação, devem ser implementadas o mais rápido possível, porque com o desemprego crescem também outros flagelos sociais, como a miséria e a violência.

Nesta sexta-feira (23/04), inclusive, a nossa central sindical estará reunida com o presidente Lula para reafirmar estas posições e insistir na implantação das frentes emergenciais de trabalho e de recuperação do poder de compra do salário mínimo, que pode se transformar numa alavanca para o crescimento do consumo e, por conseqüência, das atividades produtivas.

Luiz Marinho
Presidente Nacional da CUT

Por 10:40 Notícias

DESEMPREGO: NOTA OFICIAL DA CUT

A pesquisa divulgada ontem, 22, pela Fundação Seade- Dieese, mostra a gravidade da situação econômica que o Brasil atravessa.
Ao constatar que um em cada cinco trabalhadores está desempregado, a pesquisa reforça a necessidade de agilidade nas ações governamentais para não aprofundar a crise social no País.
Para a Central Única dos Trabalhadores, medidas como a adoção das frentes emergenciais de trabalho, a redução da jornada de trabalho, a diminuição da taxa de juros e políticas efetivas de incremento da produção, são urgentes, porque o Brasil não pode permitir que o ano de 2004 apresente indicadores sociais semelhantes ou inferiores a 2003.
Todas estas propostas já foram apresentadas ao Executivo pela CUT e, na nossa avaliação, devem ser implementadas o mais rápido possível, porque com o desemprego crescem também outros flagelos sociais, como a miséria e a violência.
Nesta sexta-feira (23/04), inclusive, a nossa central sindical estará reunida com o presidente Lula para reafirmar estas posições e insistir na implantação das frentes emergenciais de trabalho e de recuperação do poder de compra do salário mínimo, que pode se transformar numa alavanca para o crescimento do consumo e, por conseqüência, das atividades produtivas.
Luiz Marinho
Presidente Nacional da CUT

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