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OMC PRATICAMENTE DÁ GANHO DE CAUSA AO BRASIL CONTRA EUA

Eliane Oliveira – O Globo

BRASÍLIA – Um relatório preliminar da Organização Mundial do Comércio praticamente dá ganho de causa ao Brasil na briga contra os Estados Unidos em função de subsídios dados aos produtores americanos de algodão.

O documento, que só de anexos tem mais de 1.500 páginas, foi encaminhdo nesta segunda-feira aos governos dois países e tem caráter confidencial.

O relatório final será concluído no dia 18 de junho e se mantida, a decisão será um divisor de águas na história do multilaralismo comercial. Isto porque, segundo diplomatas brasileiros, abre um precedente para futuros contenciosos na área agrícola.

Segundo o chefe da área econômica do Palácio do Itamaraty, Clodoaldo Hugueney, que não quis entrar em detalhes, dada a confidencialidade do documento, é a primeira vez que uma ação desse porte questionando subsídios agrícolas é examinada na OMC.

Hugueney lembrou que participaram da ação, como partes interessadas, Argentina, Austrália, China, Paquistão, Paraguai, Venezuela e a União Européia.

– O Brasil defendeu perante o painel (comitê de arbitragem) que as medidas questionadas causaram graves prejuízos ao país por meio da depressão dos preços internacionais do algodão e do aumento ilegítimo da participação americana nas exportações do produto – afirmou Hugueny.

Brasil e EUA têm até 10 de maio para apresentar seus comentários sobre o documento. O Brasil entrou com a ação em fevereiro de 2003.

Por 10:38 Notícias

OMC PRATICAMENTE DÁ GANHO DE CAUSA AO BRASIL CONTRA EUA

Eliane Oliveira – O Globo
BRASÍLIA – Um relatório preliminar da Organização Mundial do Comércio praticamente dá ganho de causa ao Brasil na briga contra os Estados Unidos em função de subsídios dados aos produtores americanos de algodão.
O documento, que só de anexos tem mais de 1.500 páginas, foi encaminhdo nesta segunda-feira aos governos dois países e tem caráter confidencial.
O relatório final será concluído no dia 18 de junho e se mantida, a decisão será um divisor de águas na história do multilaralismo comercial. Isto porque, segundo diplomatas brasileiros, abre um precedente para futuros contenciosos na área agrícola.
Segundo o chefe da área econômica do Palácio do Itamaraty, Clodoaldo Hugueney, que não quis entrar em detalhes, dada a confidencialidade do documento, é a primeira vez que uma ação desse porte questionando subsídios agrícolas é examinada na OMC.
Hugueney lembrou que participaram da ação, como partes interessadas, Argentina, Austrália, China, Paquistão, Paraguai, Venezuela e a União Européia.
– O Brasil defendeu perante o painel (comitê de arbitragem) que as medidas questionadas causaram graves prejuízos ao país por meio da depressão dos preços internacionais do algodão e do aumento ilegítimo da participação americana nas exportações do produto – afirmou Hugueny.
Brasil e EUA têm até 10 de maio para apresentar seus comentários sobre o documento. O Brasil entrou com a ação em fevereiro de 2003.

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