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Por 18:45 Sem categoria

Novo valor do salário mínimo vai obedecer a acordo conquistado pelo movimento sindical

A aprtir de 01 de março de 2008, o salário mínimo no Brasil terá o valor de 412,40 reais

A ação do movimento sindical, através das marchas anuais que organizou e dos processos de negociação que se seguiram, permitiu que o salário mínimo tivesse um reajuste real acumulado de 30,11% entre 2004 e 2007 – o mais alto das duas últimas décadas e bastante superior ao que estabeleciam as previsões orçamentárias oficiais e ao que defendia a equipe econômica do governo federal.

Por ter forçado o governo a elevar as propostas iniciais de reajuste, o processo de valorização do salário mínimo nos últimos anos configura, inegavelmente, um avanço produzido pela organização dos trabalhadores.

A definição do reajuste a vigorar a partir do próximo mês de março deve obedecer aos critérios do acordo firmado entre as centrais e o governo no final de 2006, quando foi estabelecida uma política de médio prazo para os reajustes.

O novo valor do salário mínimo deve corresponder ao INPC dos 11 meses transcorridos entre abril de 2007 e fevereiro de 2008, somado à variação do PIB em 2006. É importante lembrar que o INPC de fevereiro ainda não foi divulgado oficialmente, o que impede a antecipação precisa do novo valor. Porém, já é possível afirmar que o acumulado desde 2004 deve atingir 35% de reajuste real.

A política de valorização do salário mínimo segue até 2011, quando está prevista a revisão do acordo através de novo processo de negociação.

“Para a CUT, o acordo significa um importante passo para reverter o achatamento brutal do salário mínimo nos anos 1990 e início dos anos 2000, e um dos importantes fatores do fortalecimento recente do mercado interno. Os reajustes incidem sobre os ganhos de aproximadamente 18 milhões de assalariados e de 17 milhões de aposentados e pensionistas. E fazem parte da luta pelo salário mínimo necessário estimado pelo Dieese, de R$ 1.924,59, que devemos continuar perseguindo”, diz Artur Henrique, presidente nacional da CUT.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.cut.org.br.

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Política de valorização do salário mínimo garante aumento real

A política de valorização do salário mínimo é um dos principais avanços conquistados pela classe trabalhadora durante o governo Lula, e que vem tendo forte impacto positivo na melhoria da qualidade de vida da população brasileira, contribuindo enormemente para a estabilidade do país.

Conforme o anunciado pelo governo, o salário mínimo que passa a valer a partir do dia 1º de março será de R$ 412,40, que é 8,52% a mais do que o atual, de R$ 380,00, um aumento real de 3,7%. O reajuste dá continuidade à política de valorização dos últimos anos, já que de abril de 2003 até agora o aumento real do mínimo chega a 35%, o maior em décadas.

Cumprindo o acordado com as centrais sindicais, o governo estabeleceu como cálculo para o índice de reajuste deste ano a variação do crescimento do PIB dos dois últimos anos (2006 e 2005) somado à inflação do último ano, com base no INPC. Mais: em 2009 o salário mínimo será antecipado para 1º de fevereiro e em 2010 para 1º de janeiro, adiantamento que se traduz como melhoria concreta no bolso do trabalhador.

A decisão do presidente Lula de seguir firme na defesa do fortalecimento do salário mínimo, o mais importante instrumento de distribuição de renda que temos no país, que incide diretamente sobre 17,8 milhões de assalariados e 17 milhões de aposentados, tem se demonstrado absolutamente correta e eficaz.

Ao apostar na pujança do mercado interno, na valorização do trabalho, na geração de emprego e distribuição de renda, o governo federal também aciona um antídoto contra a crise que abala os Estados Unidos e promete contaminar parte da economia internacional. Diferente do período de privatização, desregulamentação e precarização neoliberal, o Brasil vai criando mecanismos de defesa amparados na capacidade produtiva e na criatividade de seu povo.

Assim, em 2007 houve umcrescimentodo emprego de5,85%, que deixou um saldo positivo de mais de 1,6 milhão de postos de trabalho celetistas. Os números estão aí: 587.103 novos empregos nos serviços (+5,29%), 405.091 (+6,56%) no comércio e 394.584 (6,09%) na indústria de transformação.

Para as cassandras da mídia e da oposição que tentam inviabilizar a justiça social no país, mantendo a perversa desigualdade e concentração de renda, a vida vai ficando cada vez mais dura.

Por João Felicio, que é secretário Sindical Nacional do Partido dos Trabalhadores.

ARTIGO COLHIDO NO SÍTIO www.construindoumnovobrasil.com.br.

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Dieese: Novo salário mínimo vai movimentar R$ 14,45 bilhões

O novo salário mínimo de R$ 412,40 que começa a valer a partir deste sábado, com reajuste de 8,52% sobre o valor atual (R$ 380), vai injetar R$ 14,45 bilhões na economia brasileira este ano, de acordo com projeções do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Segundo o diretor técnico do Dieese, Clemente Granz Lúcio, o cálculo é com base na diferença entre o salário atual e o novo – que é de R$ 32,40 – multiplicado pelo número de pessoas que recebem o salário mínimo, estimado em 45 milhões de trabalhadores.

“É uma melhora pequena para o trabalhador, porém significativa, porque traz uma dinâmica complementar. Melhora o padrão de consumo das pessoas”, avaliou.

Portal do Mundo do Trabalho

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.pt.org.br.

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