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Trabalhadoras rurais apresentam reivindicações ao governo federal

Pauta contém mais de 100 itens

Brasília – Trabalhadoras rurais de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal apresentarão amanhã (13) ao governo federal uma pauta de reivindicações com mais de 100 itens. Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), esse é o primeiro passo no caminho de diálogo com o governo até a Marcha das Margaridas 2011, programada para os dias 16 e 17 de agosto, em Brasília.

A secretária de Mulheres Trabalhadoras Rurais da Contag, Carmem Foro, disse que a marcha é o maior movimento organizado de trabalhadoras rurais na América Latina e neste ano, terá uma importância maior por se realizar “no primeiro ano de governo da primeira mulher presidente do Brasil”.

Este ano a pauta da Marcha das Margaridas terá sete eixos: biodiversidade e democratização de recursos naturais; terra, água e agroecologia; segurança alimentar e nutricional; autonomia econômica, trabalho e renda; saúde pública e direitos reprodutivos; educação não sexista, violência e sexualidade; democracia,
poder e participação política.

As trabalhadoras rurais reforçam as reivindicações de políticas específicas para evitar a pobreza no campo, como reforma agrária, revisão dos índices de produtividade, assistência técnica para tornar os assentamentos mais produtivos. No encontro de amanhã, 30 mulheres de todas as unidades representativas entregarão a pauta de reivindicação ao governo. No próximo mês, são esperadas 100 mil mulheres participando da Marcha das Margaridas.

Por Danilo Macedo – Repórter da Agência BrasilEdição: Rivadavia Severo

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO http://agenciabrasil.ebc.com.br

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Contraf-CUT chama bancárias a se organizarem para Marcha das Margaridas

Está em andamento o processo de construção da 4ª edição da Marcha das Margaridas, movimento organizado por diversas entidades com o apoio da CUT. O tema deste ano será “2011 razões para marchar por desenvolvimento sustentável com justiça, autonomia, igualdade e liberdade”. O evento acontece nos dias 16 e 17 de agosto, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

A secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Deise Recoaro, faz um chamamento às entidades sindicais para que as bancárias se articulem e compareçam ao evento. “Esta é uma grande oportunidade para socializarmos a luta da classe trabalhadora e em particular das mulheres de todo o Brasil”, avalia Deise.

A Marcha das Margaridas promete ser a maior mobilização realizada pelas mulheres trabalhadoras rurais e urbanas de todo Brasil, na luta por melhores condições de vida e de trabalho.

“As mulheres bancárias não podem ficar fora desta mobilização nacional. Reunir 100 mil mulheres numa marcha em Brasília no mesmo ano em que assumiu uma mulher presidenta da República, com uma pauta que contempla mulheres do campo e da cidade, é uma verdadeira demonstração de coragem e uma grande oportunidade de mudança”, afirma a dirigente da Contraf-CUT.

Reunir 100 mil mulheres numa marcha em Brasília no mesmo ano em que elegemos uma mulher presidenta da República, com uma pauta que contempla mulheres do campo e da cidade, é uma verdadeira demonstração de coragem e uma grande oportunidade de mudança”, salienta.

A Marcha, lançada em 2000 e com edições a cada três anos, está articulada nos seguintes eixos temáticos: Reforma Agrária e acesso das mulheres à terra; Soberania e segurança alimentar; Meio ambiente e agroecologia; Soberania energética; Participação, poder e democracia; Agricultura familiar, trabalho e organização produtiva; valorização do salário mínimo; saúde integral da mulher; desenvolvimento territorial.

Além da CUT, a mobilização é organizada pela Contag, Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Nordeste (MTR-NE), Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB), Movimento de Mulheres da Amazônia (MMA), Marcha Mundial das Mulheres (MMM), Rede de Mulheres Rurais da América Latina e do Caribe (Redelac) e Coordenação das Organizações dos Produtores Familiares do Mercosul (Cooprofam).

Margarida

No dia 12 de agosto de 1983, Margarida Maria Alves, presidente do Sindicato de Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande (PB), e fundadora do Centro de educação e Cultura do Trabalhador Rural, foi brutalmente assassinada, a mando de usineiros da região. Ela estava na porta de sua casa, com o marido e o filho quando foi alvejada no rosto por um tiro de pistola. O crime permanece impune.

Por sua trajetória de luta pela reforma agrária e pelos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, Margarida Alves tornou-se um símbolo nacional cultivado pelas mulheres e homens do campo.

Fonte: Contraf-CUT.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br

 

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