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Por 10:33 Notícias

FUNCIONÁRIOS TEMEM PERDER EMPREGOS

Gazeta Mercantil – Franci Monteles
O presidente do BEM, Reginaldo Brandt, que esteve à frente da instituição durante os três anos e sete meses em que o banco permaneceu federalizado, afirmou que o processo de privatização do banco maranhense foi bastante positivo.
“O banco teve uma precificação adequada, tanto que duas grandes instituições se interessaram em comprá-lo”, observa Brandt. O presidente da instituição destaca ainda que o BEM é uma instituição saneada e organizada.
A privatização do banco gerou descontentamento entre o funcionalismo público do estado. O Sindicato dos Bancários do Maranhão chegou a organizar uma greve para o dia de ontem.
Porém, mal os funcionários chegaram ao local de trabalho, por volta das 8h30 (hora no Maranhão), o BEM já havia sido leiloado em São Paulo, às 9h30 (horário de verão).
“Lula fez em um ano o que Fernando Henrique Cardoso tentou fazer em quase 10”, afirmou o diretor do sindicato, Luís Carlos Oliveira Silva. O Sindicato tinha esperança de que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva suspendesse a privatização.
Os funcionários do BEM temem que o novo comprador reduza o quadro de funcionários o número de agências, como fez quando comprou o Banco do Estado do Amazonas.
Mesmo não podendo evitar o leilão, o sindicato ainda aguarda a decisão do Tribunal Regional Federal no Maranhão a respeito da ação de inconstitucionalidade, na qual exige a retirada da cláusula do edital de privatização que assegura a permanência das contas do governo do estado até 2010 no BEM.
O sindicato argumenta que, de acordo com a Constituição, as contas do governo devem permanecer em instituição pública. Um parecer favorável – pensa o sindicato – seria uma forma de fazer com que o Bradesco desistisse da compra.

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FUNCIONÁRIOS TEMEM PERDER EMPREGOS

Gazeta Mercantil – Franci Monteles

O presidente do BEM, Reginaldo Brandt, que esteve à frente da instituição durante os três anos e sete meses em que o banco permaneceu federalizado, afirmou que o processo de privatização do banco maranhense foi bastante positivo.

“O banco teve uma precificação adequada, tanto que duas grandes instituições se interessaram em comprá-lo”, observa Brandt. O presidente da instituição destaca ainda que o BEM é uma instituição saneada e organizada.

A privatização do banco gerou descontentamento entre o funcionalismo público do estado. O Sindicato dos Bancários do Maranhão chegou a organizar uma greve para o dia de ontem.

Porém, mal os funcionários chegaram ao local de trabalho, por volta das 8h30 (hora no Maranhão), o BEM já havia sido leiloado em São Paulo, às 9h30 (horário de verão).

“Lula fez em um ano o que Fernando Henrique Cardoso tentou fazer em quase 10”, afirmou o diretor do sindicato, Luís Carlos Oliveira Silva. O Sindicato tinha esperança de que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva suspendesse a privatização.

Os funcionários do BEM temem que o novo comprador reduza o quadro de funcionários o número de agências, como fez quando comprou o Banco do Estado do Amazonas.

Mesmo não podendo evitar o leilão, o sindicato ainda aguarda a decisão do Tribunal Regional Federal no Maranhão a respeito da ação de inconstitucionalidade, na qual exige a retirada da cláusula do edital de privatização que assegura a permanência das contas do governo do estado até 2010 no BEM.

O sindicato argumenta que, de acordo com a Constituição, as contas do governo devem permanecer em instituição pública. Um parecer favorável – pensa o sindicato – seria uma forma de fazer com que o Bradesco desistisse da compra.

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