(São Paulo) A Comissão de Organização dos Empregados do ABN Amro decidiu a estratégia de mobilização dos bancários do grupo, nos dias 18 e 19 de agosto, na CNB/CUT.
Durante e após a Campanha Salarial 2005, a luta será por emprego; recuperação e distorções salariais dos subgerentes e comissionados; manutenção e isonomia de direitos no Bandepe, Paraiban, Real e Sudameris; e isenção de tarifas para os bancários do grupo ABN.
A campanha Conexão Real do ABN estabelece a meta de abertura de um milhão de novas contas, além da manutenção e retenção dos atuais clientes.
Em 2004, o ABN possuía 9,2 milhões de correntistas. A manutenção das contas foi feita por 26. 500 funcionários. Na média, cada bancário é responsável por 350 clientes.
Em contraposição, os trabalhadores propõem a Conexão Emprego e a meta social para a direção do ABN. O coordenador da COE ABN, Marcelo Gonçalves, explica que na Conexão Emprego, a cada 300 novas contas validadas deverá ser contratado um novo funcionário. “Este é um desafio real e mais do que possível para o ABN”, enfatiza. Se a meta do banco for atingida, com a Conexão Emprego seriam contratados mais de 3 mil funcionários.
Conforme Marcelo, a meta social se justifica não apenas pela conquista de novos clientes, que por conseqüência gerarão um aumento da massa de serviços no banco. Nesse sentido, de acordo com o dirigente, as novas contratações são fundamentais para contribuir na diminuição dos adoecimentos e afastamentos e melhorar as condições de trabalho e qualidade de vida dentro do banco.
A Conexão Emprego se propõe também a manter o emprego dos trabalhadores, impedir a precarização do emprego com a terceirização e diminuir a rotatividade ou “turn over”.
Bandeprev – A COE ABN deliberou pelo apoio incondicional e engajamento na luta dos bancários de Pernambuco e do nordeste para garantir seus direitos legítimos como associados da Bandeprev.
Fonte: Carolina Coronel – CNB/CUT
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Por Mhais• 25 de agosto de 2005• 00:00• Sem categoria
COE ABN define estratégia de mobilização
(São Paulo) A Comissão de Organização dos Empregados do ABN Amro decidiu a estratégia de mobilização dos bancários do grupo, nos dias 18 e 19 de agosto, na CNB/CUT.
Durante e após a Campanha Salarial 2005, a luta será por emprego; recuperação e distorções salariais dos subgerentes e comissionados; manutenção e isonomia de direitos no Bandepe, Paraiban, Real e Sudameris; e isenção de tarifas para os bancários do grupo ABN.
A campanha Conexão Real do ABN estabelece a meta de abertura de um milhão de novas contas, além da manutenção e retenção dos atuais clientes.
Em 2004, o ABN possuía 9,2 milhões de correntistas. A manutenção das contas foi feita por 26. 500 funcionários. Na média, cada bancário é responsável por 350 clientes.
Em contraposição, os trabalhadores propõem a Conexão Emprego e a meta social para a direção do ABN. O coordenador da COE ABN, Marcelo Gonçalves, explica que na Conexão Emprego, a cada 300 novas contas validadas deverá ser contratado um novo funcionário. “Este é um desafio real e mais do que possível para o ABN”, enfatiza. Se a meta do banco for atingida, com a Conexão Emprego seriam contratados mais de 3 mil funcionários.
Conforme Marcelo, a meta social se justifica não apenas pela conquista de novos clientes, que por conseqüência gerarão um aumento da massa de serviços no banco. Nesse sentido, de acordo com o dirigente, as novas contratações são fundamentais para contribuir na diminuição dos adoecimentos e afastamentos e melhorar as condições de trabalho e qualidade de vida dentro do banco.
A Conexão Emprego se propõe também a manter o emprego dos trabalhadores, impedir a precarização do emprego com a terceirização e diminuir a rotatividade ou “turn over”.
Bandeprev – A COE ABN deliberou pelo apoio incondicional e engajamento na luta dos bancários de Pernambuco e do nordeste para garantir seus direitos legítimos como associados da Bandeprev.
Fonte: Carolina Coronel – CNB/CUT
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