Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada ontem revela que a taxa de desemprego caiu em todo o país no mês de maio. O levantamento apontou queda de 0,2 ponto percentual em relação a abril, ficando em 10,2% da população economicamente ativa do país. O quadro é de estabilidade na comparação com maio do ano passado, quando foi verificada a mesma taxa de desocupação.
Por outro lado, houve aumento no rendimento médio real dos trabalhadores (descontada a inflação). O valor passou de R$ 1.012,50 em abril para R$ 1.027,80, em maio.
A alta é de 1,3% em relação ao mês passado, mas chega a 7,7% na comparação com o mesmo período de 2005. Este é o décimo primeiro mês consecutivo em que a variação anual dos rendimentos é positiva.
Os números, na avaliação do deputado Jorge Bittar (PT-RJ), confirmam que a economia brasileira continua crescendo e de forma sustentável. “E o mais importante é que a perspectiva é de crescimento substancial no próximo período pois temos fundamentos econômicos saudáveis”, destacou. Ele lembrou que a economia brasileira está crescendo, mesmo com o cenário internacional desfavorável, como a elevação do preço do barril do petróleo e da taxa de juros dos Estados Unidos.
Por outro lado, segundo Bittar, a pesquisa mostra que está superado o crescimento menor do PIB (Produto Interno Bruto) verificado em 2005. Ele ressaltou que o governo Lula já gerou mais de 4 milhões de novos empregos. “E os números confirmam que a geração de empregos continua em ritmo crescente. E, pela primeira vez na história do país quem está puxando a economia é o mercado interno e a população de menor poder aquisitivo. Um reflexo do acerto também da política social do governo que distribui renda”, explicou.
Para o deputado Vicentinho (PT-SP) os números são a consolidação de uma política acertada do governo Lula que optou por uma estratégia de crescimento sustentável que gera emprego e renda. “Estamos no caminho certo com uma economia ascendente e sólida” acrescentou.
Carteira – A pesquisa mostra que também cresceu o número de pessoas trabalhando com carteira assinada no setor privado. O aumento foi de 6,7% em relação ao número apurado em maio do ano passado. Houve alta em cinco das seis regiões pesquisadas.
O número de pessoas ocupadas em serviços prestados à empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira registrou crescimento de 6,3% na comparação com o mesmo mês de 2005. Em relação a abril, a taxa ficou estável.
A Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE mede a relação entre ao mercado e a força de trabalho no país. O levantamento é realizado mensalmente nas seis principais regiões metropolitanas: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Porto Alegre e Belo Horizonte. São consideradas desocupadas as pessoas que estavam sem trabalho, disponíveis, e tomaram alguma atitude para conseguir trabalho nos trinta dias anteriores à entrevista.
Fonte: Informes
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Por Mhais• 23 de junho de 2006• 09:25• Sem categoria
Desemprego cai em todo país; renda do trabalhador tem alta de 7,7%
Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada ontem revela que a taxa de desemprego caiu em todo o país no mês de maio. O levantamento apontou queda de 0,2 ponto percentual em relação a abril, ficando em 10,2% da população economicamente ativa do país. O quadro é de estabilidade na comparação com maio do ano passado, quando foi verificada a mesma taxa de desocupação.
Por outro lado, houve aumento no rendimento médio real dos trabalhadores (descontada a inflação). O valor passou de R$ 1.012,50 em abril para R$ 1.027,80, em maio.
A alta é de 1,3% em relação ao mês passado, mas chega a 7,7% na comparação com o mesmo período de 2005. Este é o décimo primeiro mês consecutivo em que a variação anual dos rendimentos é positiva.
Os números, na avaliação do deputado Jorge Bittar (PT-RJ), confirmam que a economia brasileira continua crescendo e de forma sustentável. “E o mais importante é que a perspectiva é de crescimento substancial no próximo período pois temos fundamentos econômicos saudáveis”, destacou. Ele lembrou que a economia brasileira está crescendo, mesmo com o cenário internacional desfavorável, como a elevação do preço do barril do petróleo e da taxa de juros dos Estados Unidos.
Por outro lado, segundo Bittar, a pesquisa mostra que está superado o crescimento menor do PIB (Produto Interno Bruto) verificado em 2005. Ele ressaltou que o governo Lula já gerou mais de 4 milhões de novos empregos. “E os números confirmam que a geração de empregos continua em ritmo crescente. E, pela primeira vez na história do país quem está puxando a economia é o mercado interno e a população de menor poder aquisitivo. Um reflexo do acerto também da política social do governo que distribui renda”, explicou.
Para o deputado Vicentinho (PT-SP) os números são a consolidação de uma política acertada do governo Lula que optou por uma estratégia de crescimento sustentável que gera emprego e renda. “Estamos no caminho certo com uma economia ascendente e sólida” acrescentou.
Carteira – A pesquisa mostra que também cresceu o número de pessoas trabalhando com carteira assinada no setor privado. O aumento foi de 6,7% em relação ao número apurado em maio do ano passado. Houve alta em cinco das seis regiões pesquisadas.
O número de pessoas ocupadas em serviços prestados à empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira registrou crescimento de 6,3% na comparação com o mesmo mês de 2005. Em relação a abril, a taxa ficou estável.
A Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE mede a relação entre ao mercado e a força de trabalho no país. O levantamento é realizado mensalmente nas seis principais regiões metropolitanas: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Porto Alegre e Belo Horizonte. São consideradas desocupadas as pessoas que estavam sem trabalho, disponíveis, e tomaram alguma atitude para conseguir trabalho nos trinta dias anteriores à entrevista.
Fonte: Informes
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