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ABN AMRO ganha fatia no mercado brasileiro

O grupo ABN AMRO Brasil assumiu o terceiro lugar no mercado de depósitos entre os bancos privados, em 2005, passando à frente do Unibanco, com um total de R$ 44,775 bilhões, 32% a mais do que em 2004. O ABN AMRO já era o terceiro em crédito e aumentou sua fatia nesse mercado de 5,9% para 6,5% ao ampliar a carteira em 34%, para R$ 45,663 bilhões.

Pelo critério de ativo total, porém, o ABN AMRO continua o quarto maior, com R$ 75,667 bilhões em 2005, 23% a mais do que em 2004, e atrás do Unibanco, com R$ 91,831 bilhões.

O presidente do ABN AMRO Brasil, Fábio Barbosa, explicou que o banco conseguiu ganhar participação no mercado ao conquistar mais clientes. E intensificar a relação com essa clientela é uma das metas para este ano.

O número de clientes cresceu 31,5% neste ano, de 9,2 milhões para 12,1 milhões, dos quais cerca de 30% são correntistas. Barbosa está garimpando clientes em todos os segmentos, do universitário ao recém-bancarizado. Para ele, o espaço para crescer é enorme: “Não há bancos demais no Brasil e o crédito ainda é pequeno em relação ao PIB”.

Da carteira total de crédito de R$ 45,663 bilhões, incluindo avais e fiança, as operações que mais cresceram foram as voltadas às pequenas e médias empresas: 40,1%, para R$ 13,693 bilhões. A carteira de pessoa física não ficou muito atrás e aumentou 29,4%, para R$ 18,48 bilhões, impulsionada pelo financiamento ao consumo e de veículos, além do cartão de crédito. A participação do crédito nos ativos totais cresceu de 48% em 2004 para 52% em 2005.

A expansão do crédito levou o banco a aumentar em 46% as despesas com provisões para R$ 1,5 bilhão. Mas, segundo Barbosa, a inadimplência não preocupa. O percentual de créditos em atraso há mais de 90 dias passou de 3% para 3,1% do total da carteira entre 2004 e 2005. Para o banqueiro, o esperado crescimento da economia e do emprego colaborará para manter a inadimplência sob controle.

O grupo ABN AMRO registrou um lucro líquido consolidado no país de R$ 1,436 bilhão em 2005, 16% superior ao de 2004. O resultado sobe a R$ 1,62 bilhão se for excluído o impacto negativo de R$ 120 milhões da desvalorização do dólar e dos R$ 64 milhões investidores na terceirização da área de tecnologia da informação. Foi o maior resultado do banco no país. O retorno ficou em 20,3%.

Por política da matriz, o banco faz hedge do investimento no Brasil. Mas os ganhos ou perdas com a variação cambial geram efeitos fiscais que influem no resultado.

Fonte: Valor Online

Por 09:31 Notícias

ABN AMRO ganha fatia no mercado brasileiro

O grupo ABN AMRO Brasil assumiu o terceiro lugar no mercado de depósitos entre os bancos privados, em 2005, passando à frente do Unibanco, com um total de R$ 44,775 bilhões, 32% a mais do que em 2004. O ABN AMRO já era o terceiro em crédito e aumentou sua fatia nesse mercado de 5,9% para 6,5% ao ampliar a carteira em 34%, para R$ 45,663 bilhões.
Pelo critério de ativo total, porém, o ABN AMRO continua o quarto maior, com R$ 75,667 bilhões em 2005, 23% a mais do que em 2004, e atrás do Unibanco, com R$ 91,831 bilhões.
O presidente do ABN AMRO Brasil, Fábio Barbosa, explicou que o banco conseguiu ganhar participação no mercado ao conquistar mais clientes. E intensificar a relação com essa clientela é uma das metas para este ano.
O número de clientes cresceu 31,5% neste ano, de 9,2 milhões para 12,1 milhões, dos quais cerca de 30% são correntistas. Barbosa está garimpando clientes em todos os segmentos, do universitário ao recém-bancarizado. Para ele, o espaço para crescer é enorme: “Não há bancos demais no Brasil e o crédito ainda é pequeno em relação ao PIB”.
Da carteira total de crédito de R$ 45,663 bilhões, incluindo avais e fiança, as operações que mais cresceram foram as voltadas às pequenas e médias empresas: 40,1%, para R$ 13,693 bilhões. A carteira de pessoa física não ficou muito atrás e aumentou 29,4%, para R$ 18,48 bilhões, impulsionada pelo financiamento ao consumo e de veículos, além do cartão de crédito. A participação do crédito nos ativos totais cresceu de 48% em 2004 para 52% em 2005.
A expansão do crédito levou o banco a aumentar em 46% as despesas com provisões para R$ 1,5 bilhão. Mas, segundo Barbosa, a inadimplência não preocupa. O percentual de créditos em atraso há mais de 90 dias passou de 3% para 3,1% do total da carteira entre 2004 e 2005. Para o banqueiro, o esperado crescimento da economia e do emprego colaborará para manter a inadimplência sob controle.
O grupo ABN AMRO registrou um lucro líquido consolidado no país de R$ 1,436 bilhão em 2005, 16% superior ao de 2004. O resultado sobe a R$ 1,62 bilhão se for excluído o impacto negativo de R$ 120 milhões da desvalorização do dólar e dos R$ 64 milhões investidores na terceirização da área de tecnologia da informação. Foi o maior resultado do banco no país. O retorno ficou em 20,3%.
Por política da matriz, o banco faz hedge do investimento no Brasil. Mas os ganhos ou perdas com a variação cambial geram efeitos fiscais que influem no resultado.
Fonte: Valor Online

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