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Bancários e Unibanco debatem saúde e condições de trabalho

(São Paulo) A Comissão de Organização dos Empregados do Unibanco participa de negociação, nesta quarta-feira (15), com a direção do banco, para tratar da saúde e condições de trabalho dos funcionários.

A grande preocupação do movimento sindical é com o crescente número de agravos à saúde dos bancários, como conseqüência de pressões por cumprimento de metas. “Os bancários estão adoecendo cada vez com LER/DORT, depressão e estresse. Sem contar os inúmeros casos de assédio moral por conta da cobrança de metas nos locais de trabalho. Além disso, o Unibanco não reconhece as doenças profissionais e não emite CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho. Nos casos de assalto nas agências, não existe nenhum programa de acompanhamento às vítimas.”, relata a dirigente da FETEC/CUT-SP e representante dos funcionários, Valeska Pincovai.

A expectativa do movimento sindical é de que o banco reconheça os problemas e que construa soluções, bem como defina, em conjunto com os representantes dos trabalhadores, um Programa de Prevenção à doenças Profissionais.

O encontro será a partir das 10h, na sede do banco, em São Paulo.

PLR
Conforme publicado no site do Unibanco, o resultado do quarto trimestre de 2005 será divulgado no próximo dia 16 de fevereiro.

Na avaliação do movimento sindical, os trimestres anteriores apontam para a manutenção da boa performance da instituição, o que lhe dá condições de antecipar o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados, cuja data ainda não foi informada pelo banco. “Além disso, a empresa pode pagar com regras claras o PRU (Programa de Remuneração Unibanco) para todos os funcionários. Só não o fez até agora porque não quis”, desabafa Valeska Pincovai.

Por 10:26 Notícias

Bancários e Unibanco debatem saúde e condições de trabalho

(São Paulo) A Comissão de Organização dos Empregados do Unibanco participa de negociação, nesta quarta-feira (15), com a direção do banco, para tratar da saúde e condições de trabalho dos funcionários.
A grande preocupação do movimento sindical é com o crescente número de agravos à saúde dos bancários, como conseqüência de pressões por cumprimento de metas. “Os bancários estão adoecendo cada vez com LER/DORT, depressão e estresse. Sem contar os inúmeros casos de assédio moral por conta da cobrança de metas nos locais de trabalho. Além disso, o Unibanco não reconhece as doenças profissionais e não emite CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho. Nos casos de assalto nas agências, não existe nenhum programa de acompanhamento às vítimas.”, relata a dirigente da FETEC/CUT-SP e representante dos funcionários, Valeska Pincovai.
A expectativa do movimento sindical é de que o banco reconheça os problemas e que construa soluções, bem como defina, em conjunto com os representantes dos trabalhadores, um Programa de Prevenção à doenças Profissionais.
O encontro será a partir das 10h, na sede do banco, em São Paulo.
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Conforme publicado no site do Unibanco, o resultado do quarto trimestre de 2005 será divulgado no próximo dia 16 de fevereiro.
Na avaliação do movimento sindical, os trimestres anteriores apontam para a manutenção da boa performance da instituição, o que lhe dá condições de antecipar o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados, cuja data ainda não foi informada pelo banco. “Além disso, a empresa pode pagar com regras claras o PRU (Programa de Remuneração Unibanco) para todos os funcionários. Só não o fez até agora porque não quis”, desabafa Valeska Pincovai.

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