Apoiados em pareceres jurídicos, os bancos partem para o contra-ataque e reagem à invasão dos hackers antes mesmo de terem em mãos uma autorização judicial. A estratégia da legítima defesa na internet é polêmica e tabu entre instituições financeiras e advogados, mas é apoiada até mesmo por policiais, que acreditam que ela é um bom dispositivo não só para impedir furtos em contas correntes como também para evitar que o hacker e seu rastro desapareçam.
O contra-ataque é feito no intervalo entre os dois ataques do hacker – o furto dos dados e senhas dos usuários de internet banking por meio de “espiões” inseridos em anexos de e-mails e o furto do dinheiro propriamente dito. O contra-ataque é feito justamente durante o transporte desses dados pela internet até um local seguro para o hacker.
Nos Estados Unidos, a dificuldade em seguir o rastro de hackers mais sofisticados levou governos de 23 Estados a adotarem leis que exigem ampla divulgação de eventuais ataques.
Fonte: Valor Online
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