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BB e Caixa estudam empresa para gerir rede interligada

O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal estudam a criação de uma empresa para administrar a rede interligada de terminais eletrônicos. As negociações para ampliar o sistema estão adiantadas com pelo menos três bancos privados, entre eles o Bradesco, e a estrutura relativamente simples hoje em operação não será mais capaz de processar todas as operações.

“Com apenas dois bancos no sistema, a compensação dos valores pode ser feita de forma relativamente simples. Mas, quando tivermos outros participantes na rede, a operação vai se tornar bem mais complexa”, disse o vice-presidente de Varejo do BB, Edson Monteiro.

A nova empresa seria responsável não apenas por processar a compensação de valores entre os bancos, mas também para administrar os terminais, incluindo a manutenção e o abastecimento de dinheiro e bobinas de papel.

A Caixa e o BB acabaram de levantar os números das duas primeiras semanas de operação experimental, em Brasília, Curitiba e Recife. O total de operações de um banco nos terminais do outro chegou a 33 mil, movimentando um total de R$ 1,9 milhão.

Nessa fase experimental, em que não são cobradas tarifas, os clientes do BB usaram mais os terminais da Caixa (20 mil) do que o contrário (13 mil). Uma explicação é o fato de a Caixa ter interligado mais terminais (124 postos de atendimento e 434 casas lotéricas) do que o BB (250 postos de atendimento).

O uso dos terminais foi, até agora, relativamente pequeno. Na média, três clientes do BB usam os terminais da Caixa por dia, ou vice-versa. É um movimento modesto, levando em consideração que um terminal tem que ter cerca de 200 operações por dia para ser considerado economicamente rentável.

Monteiro pondera, porém, que ainda não foi feita uma campanha para promover a interligação dos terminais. “Mesmo sem uma maior divulgação, tivemos um movimento considerável”, afirma. “A marca `Bancos Integrados` ainda é desconhecida da maior parte do público.”

Outro fato que deve ser levado em consideração, afirma, é que boa parte dos caixas que foram interligados fica lado a lado, em aeroportos e shopping centers. Nessas circunstâncias, o cliente mantém uma fidelidade à marca de cada banco. Quando os caixas eletrônicos forem remanejados, aposta, clientes de um banco vão usar mais terminais de outro.

Nas duas primeiras semanas, foram feitas 15 mil consultas de saques nos terminais interligados, e 13 mil consultas de saque. Além disso, 5 mil operações não foram levadas adiante por motivos como a falta de saldo. No segundo semestre, os terminais deverão oferecer outros serviços, como extratos e pagamentos. O compartilhamento será estendido, gradativamente, a 7,2 mil terminais externos e 9 mil lotéricas.

Fonte: Valor Econômico

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BB e Caixa estudam empresa para gerir rede interligada

O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal estudam a criação de uma empresa para administrar a rede interligada de terminais eletrônicos. As negociações para ampliar o sistema estão adiantadas com pelo menos três bancos privados, entre eles o Bradesco, e a estrutura relativamente simples hoje em operação não será mais capaz de processar todas as operações.
“Com apenas dois bancos no sistema, a compensação dos valores pode ser feita de forma relativamente simples. Mas, quando tivermos outros participantes na rede, a operação vai se tornar bem mais complexa”, disse o vice-presidente de Varejo do BB, Edson Monteiro.
A nova empresa seria responsável não apenas por processar a compensação de valores entre os bancos, mas também para administrar os terminais, incluindo a manutenção e o abastecimento de dinheiro e bobinas de papel.
A Caixa e o BB acabaram de levantar os números das duas primeiras semanas de operação experimental, em Brasília, Curitiba e Recife. O total de operações de um banco nos terminais do outro chegou a 33 mil, movimentando um total de R$ 1,9 milhão.
Nessa fase experimental, em que não são cobradas tarifas, os clientes do BB usaram mais os terminais da Caixa (20 mil) do que o contrário (13 mil). Uma explicação é o fato de a Caixa ter interligado mais terminais (124 postos de atendimento e 434 casas lotéricas) do que o BB (250 postos de atendimento).
O uso dos terminais foi, até agora, relativamente pequeno. Na média, três clientes do BB usam os terminais da Caixa por dia, ou vice-versa. É um movimento modesto, levando em consideração que um terminal tem que ter cerca de 200 operações por dia para ser considerado economicamente rentável.
Monteiro pondera, porém, que ainda não foi feita uma campanha para promover a interligação dos terminais. “Mesmo sem uma maior divulgação, tivemos um movimento considerável”, afirma. “A marca `Bancos Integrados` ainda é desconhecida da maior parte do público.”
Outro fato que deve ser levado em consideração, afirma, é que boa parte dos caixas que foram interligados fica lado a lado, em aeroportos e shopping centers. Nessas circunstâncias, o cliente mantém uma fidelidade à marca de cada banco. Quando os caixas eletrônicos forem remanejados, aposta, clientes de um banco vão usar mais terminais de outro.
Nas duas primeiras semanas, foram feitas 15 mil consultas de saques nos terminais interligados, e 13 mil consultas de saque. Além disso, 5 mil operações não foram levadas adiante por motivos como a falta de saldo. No segundo semestre, os terminais deverão oferecer outros serviços, como extratos e pagamentos. O compartilhamento será estendido, gradativamente, a 7,2 mil terminais externos e 9 mil lotéricas.
Fonte: Valor Econômico

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