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BNB LANÇA TRÊS FUNDOS E REFORÇA ATUAÇÃO COMERCIAL

Gazeta Mercantil – Adriana Thomasi
O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) começa a colocar em prática a estratégia de retomada das atividades na área comercial, passando a oferecer a partir de hoje em sua rede de 174 agências três novos fundos de investimento.
A nova família de fundos – BNB FIF Renda Fixa; BNB FIF Plus; e BNB FIF Multimercado – permite ao banco contemplar diferentes faixas de investidores.
“O Multimercado, um dos novos produtos, agrega a possibilidade de maior rentabilidade para investidores dispostos a assumir maiores riscos, no momento de perspectiva de queda na taxa de juros”, diz o diretor de Administração de Recursos de Terceiros, João Emílio Gazzana. Até agora, o BNB operava com dois fundos DI e um de ações.
De acordo com o diretor, o BNB oferece compensação de perdas, para efeito de imposto de renda, entre seus diversos fundos. “Nem todos os fundos do mercado apresentam essa possibilidade”, diz.
Gazzana diz que a condição de banco de desenvolvimento – pela ação diferenciada como administrador do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) – abre possibilidades para o BNB aumentar a relação com os tomadores dos recursos de longo prazo, via operações da carteira comercial e de câmbio e do incremento da captação de recursos.
“Essa estratégia vai proporcionar novas fontes de receita”. O BNB projeta aplicar R$ 3 bilhões em financiamentos do FNE, este ano. Em 2003, o montante chegou a R$ 1,021 bilhão, o que representou incremento de 301% em relação a 2002. Na área comercial, a proposta é chegar a R$ 250 milhões em operações no curto prazo.
FNE Insumos
O presidente do BNB, Roberto Smith, confirma o compromisso do banco de atuar mais fortemente na área comercial e diz que o curto prazo não se dissocia do longo prazo e traz ganhos operacionais para a empresa e benefícios para as classes produtoras.
O BNB trabalha outras formas de atuação na área comercial, com a visão de crédito voltado para o desenvolvimento, “e linhas muito mais abrangentes e modernas”.
Na semana passada, o banco lançou o Programa de Apoio à Produção Industrial e Agroindustrial – Aquisição Isolada de Matérias-Primas e Insumos (FNE Insumos), voltado a empresas nacionais, situadas no Nordeste, norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo, áreas de atuação da instituição.
A investida contempla recursos da ordem de R$ 760 milhões para financiamento de insumos e matérias-primas, focados na atividade produtiva de indústrias e agroindústrias. Para o Ceará, são R$ 133 milhões, diz o diretor, Assis Arruda.
Os recursos são do FNE e do BNB. A linha FNE Insumos vai operar com juros e prazos de pagamento mais atrativos, afirma Arruda. As taxas unificadas correspondem a 1,38% ao mês para micro e pequenas empresas e 1,52% para médios e grandes empreendimentos no semi-árido.

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BNB LANÇA TRÊS FUNDOS E REFORÇA ATUAÇÃO COMERCIAL

Gazeta Mercantil – Adriana Thomasi

O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) começa a colocar em prática a estratégia de retomada das atividades na área comercial, passando a oferecer a partir de hoje em sua rede de 174 agências três novos fundos de investimento.

A nova família de fundos – BNB FIF Renda Fixa; BNB FIF Plus; e BNB FIF Multimercado – permite ao banco contemplar diferentes faixas de investidores.

“O Multimercado, um dos novos produtos, agrega a possibilidade de maior rentabilidade para investidores dispostos a assumir maiores riscos, no momento de perspectiva de queda na taxa de juros”, diz o diretor de Administração de Recursos de Terceiros, João Emílio Gazzana. Até agora, o BNB operava com dois fundos DI e um de ações.

De acordo com o diretor, o BNB oferece compensação de perdas, para efeito de imposto de renda, entre seus diversos fundos. “Nem todos os fundos do mercado apresentam essa possibilidade”, diz.

Gazzana diz que a condição de banco de desenvolvimento – pela ação diferenciada como administrador do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) – abre possibilidades para o BNB aumentar a relação com os tomadores dos recursos de longo prazo, via operações da carteira comercial e de câmbio e do incremento da captação de recursos.

“Essa estratégia vai proporcionar novas fontes de receita”. O BNB projeta aplicar R$ 3 bilhões em financiamentos do FNE, este ano. Em 2003, o montante chegou a R$ 1,021 bilhão, o que representou incremento de 301% em relação a 2002. Na área comercial, a proposta é chegar a R$ 250 milhões em operações no curto prazo.

FNE Insumos
O presidente do BNB, Roberto Smith, confirma o compromisso do banco de atuar mais fortemente na área comercial e diz que o curto prazo não se dissocia do longo prazo e traz ganhos operacionais para a empresa e benefícios para as classes produtoras.

O BNB trabalha outras formas de atuação na área comercial, com a visão de crédito voltado para o desenvolvimento, “e linhas muito mais abrangentes e modernas”.

Na semana passada, o banco lançou o Programa de Apoio à Produção Industrial e Agroindustrial – Aquisição Isolada de Matérias-Primas e Insumos (FNE Insumos), voltado a empresas nacionais, situadas no Nordeste, norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo, áreas de atuação da instituição.

A investida contempla recursos da ordem de R$ 760 milhões para financiamento de insumos e matérias-primas, focados na atividade produtiva de indústrias e agroindústrias. Para o Ceará, são R$ 133 milhões, diz o diretor, Assis Arruda.

Os recursos são do FNE e do BNB. A linha FNE Insumos vai operar com juros e prazos de pagamento mais atrativos, afirma Arruda. As taxas unificadas correspondem a 1,38% ao mês para micro e pequenas empresas e 1,52% para médios e grandes empreendimentos no semi-árido.

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