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Caixa: Negociação não obtém resultados concretos

A Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) esteve reunida ontem, dia 7, em Brasília, com a direção da Caixa Econômica Federal, quando cobrou solução para pendências de reivindicações específicas constantes no acordo coletivo firmado no ano passado. Estiveram em debate problemas no programa Saúde/Caixa e algumas das questões pertinentes aos avaliadores de penhor, cuja dupla função (caixa e avaliador) vem causando prejuízos aos empregados do segmento, e problemas de atendimento.
Foram discutidos ainda pontos como a RH 008, a RH 151, a RH 060, o clima organizacional, a estrutura das filiais e os problemas remanescentes do antigo Programa de Assistência Médica Suplementar (Pams).
Segundo o diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) e representante dos gaúchos na CEE/Caixa, Marcos Todt, a reunião não obteve, mais uma vez, resultados concretos. “Novamente fizemos os mesmos questionamentos e tivemos respostas evasivas como retorno. O encontro não foi produtivo”, observa o dirigente sindical.
Saúde Caixa
Sobre o Saúde Caixa, a Comissão Executiva apresentou os problemas apontados pelo Conselho de Usuários, além de propostas para melhorar a efetividade do programa. Dentre as demandas que precisam de urgentes soluções estão, a ampliação das Rerhis para cada um dos estados, a agilidade no desenvolvimento do Sistema de Informação, a oferta de maior capacitação dos conselheiros, a ampliação do destacamento dos integrantes de um dia para dois dias e a melhoria da comunicação.
Todos as reivindicações foram repassadas para a Gerência Nacional de Saúde e Ambiência Corporativa (Gesad).
Pendências
Com relação ao normativo RH 008, a Caixa informou que o voto que regulamenta a reintegração dos demitidos poderá ser aprovado nos próximos dias pelo Conselho Diretor da empresa. A Caixa também está analisando o documento entregue pela Fenae e pela Contraf/CUT à presidenta Maria Fernanda Coelho, quanto ao RH 151, que trata da incorporação de função. A CEE/Caixa ficou de apresentar proposta de alteração do item.
O caso dos avaliadores de penhor que acumulam funções também foi apresentado à mesa de discussão. A CEE/Caixa informou a respeito dos problemas específicos enfrentados pelo segmento e solicitou que no texto do normativo RH 060, que trata da descrição dos cargos, onde houver referência à função de caixa executivo, conste apenas as atribuições específicas, para que os empregados do segmento passem a cuidar exclusivamente de penhor.
A Comissão Executiva apresentou ainda as demandas das gerências Gises e Giris. A Caixa comunicou que está estudando um projeto de reestruturação do modelo de filiais. Em relação ao antigo Pams, a empresa ficou de apresentar um relatório informando o número de devedores e de como se encontra cada um dos casos, além do total da dívida.
Clima organizacional
Durante a reunião, a Supes apresentou o resultado da pesquisa de clima organizacional realizada em 2005 com os empregados da Caixa. A identificação com a empresa foi o ponto mais positivo da pesquisa, seguido do relacionamento entre pares.
Quanto aos pontos que geram clima desfavorável no trabalho, encontram-se desafio, relacionamento com a chefia e justiça e transparência. O ponto mais negativo apresentado foi o quesito estress e sobrecarga. “Se o empregado não se dá bem com o chefe e não vê justiça, ele não se sente estimulado e isso acaba gerando acidente de trabalho”, explica o coordenador da CEE/Caixa e diretor de Saúde da Contraf-CUT, Plínio Pavão. A pesquisa revelou ainda que os empregados consideraram três quesitos como médios: a remuneração, o reconhecimento e o suporte.
Fonte: Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região, FEEB/RS e Fenae

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Caixa: Negociação não obtém resultados concretos

A Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) esteve reunida ontem, dia 7, em Brasília, com a direção da Caixa Econômica Federal, quando cobrou solução para pendências de reivindicações específicas constantes no acordo coletivo firmado no ano passado. Estiveram em debate problemas no programa Saúde/Caixa e algumas das questões pertinentes aos avaliadores de penhor, cuja dupla função (caixa e avaliador) vem causando prejuízos aos empregados do segmento, e problemas de atendimento.

Foram discutidos ainda pontos como a RH 008, a RH 151, a RH 060, o clima organizacional, a estrutura das filiais e os problemas remanescentes do antigo Programa de Assistência Médica Suplementar (Pams).

Segundo o diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) e representante dos gaúchos na CEE/Caixa, Marcos Todt, a reunião não obteve, mais uma vez, resultados concretos. “Novamente fizemos os mesmos questionamentos e tivemos respostas evasivas como retorno. O encontro não foi produtivo”, observa o dirigente sindical.

Saúde Caixa

Sobre o Saúde Caixa, a Comissão Executiva apresentou os problemas apontados pelo Conselho de Usuários, além de propostas para melhorar a efetividade do programa. Dentre as demandas que precisam de urgentes soluções estão, a ampliação das Rerhis para cada um dos estados, a agilidade no desenvolvimento do Sistema de Informação, a oferta de maior capacitação dos conselheiros, a ampliação do destacamento dos integrantes de um dia para dois dias e a melhoria da comunicação.

Todos as reivindicações foram repassadas para a Gerência Nacional de Saúde e Ambiência Corporativa (Gesad).

Pendências

Com relação ao normativo RH 008, a Caixa informou que o voto que regulamenta a reintegração dos demitidos poderá ser aprovado nos próximos dias pelo Conselho Diretor da empresa. A Caixa também está analisando o documento entregue pela Fenae e pela Contraf/CUT à presidenta Maria Fernanda Coelho, quanto ao RH 151, que trata da incorporação de função. A CEE/Caixa ficou de apresentar proposta de alteração do item.

O caso dos avaliadores de penhor que acumulam funções também foi apresentado à mesa de discussão. A CEE/Caixa informou a respeito dos problemas específicos enfrentados pelo segmento e solicitou que no texto do normativo RH 060, que trata da descrição dos cargos, onde houver referência à função de caixa executivo, conste apenas as atribuições específicas, para que os empregados do segmento passem a cuidar exclusivamente de penhor.

A Comissão Executiva apresentou ainda as demandas das gerências Gises e Giris. A Caixa comunicou que está estudando um projeto de reestruturação do modelo de filiais. Em relação ao antigo Pams, a empresa ficou de apresentar um relatório informando o número de devedores e de como se encontra cada um dos casos, além do total da dívida.

Clima organizacional

Durante a reunião, a Supes apresentou o resultado da pesquisa de clima organizacional realizada em 2005 com os empregados da Caixa. A identificação com a empresa foi o ponto mais positivo da pesquisa, seguido do relacionamento entre pares.

Quanto aos pontos que geram clima desfavorável no trabalho, encontram-se desafio, relacionamento com a chefia e justiça e transparência. O ponto mais negativo apresentado foi o quesito estress e sobrecarga. “Se o empregado não se dá bem com o chefe e não vê justiça, ele não se sente estimulado e isso acaba gerando acidente de trabalho”, explica o coordenador da CEE/Caixa e diretor de Saúde da Contraf-CUT, Plínio Pavão. A pesquisa revelou ainda que os empregados consideraram três quesitos como médios: a remuneração, o reconhecimento e o suporte.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região, FEEB/RS e Fenae

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