O Banco Rural confirmou hoje o fechamento de 14 de suas 29 agências, o que acarretará na demissão de 418 dos 800 funcionários que hoje trabalham no banco. O anúncio foi feito por Adilson Nascimento, diretor de RH, e Ayanna Tenório, vice-presidente, em reunião com o Seeb Belo Horizonte.
“O Rural foi inviabilizado por questões políticas, seu envolvimento em uma série de escândalos minou sua credibilidade. Mas é importante que a sociedade saiba que os funcionários do banco não têm nada a ver com essa imagem ruim”, analisa o presidente da CNB/CUT, Vagner Freitas. “Nós somos contrários a essas demissões e vamos buscar as instâncias competentes, a Justiça, o Ministério do Trabalho, quem for, para buscar a garantia desses empregos”, conclui.
Os funcionários que perderem seu empregos terão direito aos mesmos bônus oferecidos aos trabalhadores demitidos em novembro do ano passado. Além disso, funcionários com estabilidade (em licença-maternidade, afastados por LER ou dirigentes sindicais, por exemplo) serão mantidos mesmo que suas agências sejam fechadas.
Para os que ficam, o banco garante que não haverá corte nos benefícios (plano de saúde, gratificações etc.). No entanto, novas demissões não estão descartadas. Segundo a vice-presidente, está em estudo a terceirização do setor jurídico, o que acarretaria em nova dispensa de pessoal.
Para o representante da CNB nas negociações, Carlindo Dias de Oliveira, os trabalhadores não podem ser penalizados dessa forma. “Se o banco teve uma administração, no mínimo, incompetente, isso não é culpa dos trabalhadores”, afirma.
Fonte: CNB/CUT
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Por Mhais• 24 de janeiro de 2006• 13:41• Sem categoria
CNB vai buscar Justiça contra demissões no Rural
O Banco Rural confirmou hoje o fechamento de 14 de suas 29 agências, o que acarretará na demissão de 418 dos 800 funcionários que hoje trabalham no banco. O anúncio foi feito por Adilson Nascimento, diretor de RH, e Ayanna Tenório, vice-presidente, em reunião com o Seeb Belo Horizonte.
“O Rural foi inviabilizado por questões políticas, seu envolvimento em uma série de escândalos minou sua credibilidade. Mas é importante que a sociedade saiba que os funcionários do banco não têm nada a ver com essa imagem ruim”, analisa o presidente da CNB/CUT, Vagner Freitas. “Nós somos contrários a essas demissões e vamos buscar as instâncias competentes, a Justiça, o Ministério do Trabalho, quem for, para buscar a garantia desses empregos”, conclui.
Os funcionários que perderem seu empregos terão direito aos mesmos bônus oferecidos aos trabalhadores demitidos em novembro do ano passado. Além disso, funcionários com estabilidade (em licença-maternidade, afastados por LER ou dirigentes sindicais, por exemplo) serão mantidos mesmo que suas agências sejam fechadas.
Para os que ficam, o banco garante que não haverá corte nos benefícios (plano de saúde, gratificações etc.). No entanto, novas demissões não estão descartadas. Segundo a vice-presidente, está em estudo a terceirização do setor jurídico, o que acarretaria em nova dispensa de pessoal.
Para o representante da CNB nas negociações, Carlindo Dias de Oliveira, os trabalhadores não podem ser penalizados dessa forma. “Se o banco teve uma administração, no mínimo, incompetente, isso não é culpa dos trabalhadores”, afirma.
Fonte: CNB/CUT
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