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Coletivo constata crescimento do assédio moral no HSBC

Em reunião realizada na Fetec, dirigentes sindicais relatam problemas dos locais de trabalho

São Paulo – Reunido nesta terça-feira, dia 11, na sede da Fetec-CUT/SP, o Coletivo Estadual do HSBC identificou crescimento da prática de assédio moral no estado, sobretudo no ABC e na região Sul da capital paulista.

Para os presentes na reunião, o crescimento dessa prática ilegal deve-se à falta de funcionários, já tendo se transformado em problema sistêmico do banco. “A direção do HSBC insiste em dizer que é falha dos gestores, mas já constatamos que se trata de política inadequada da banco”, esclarece o diretor da Fetec-CUT/SP, Luciano Ramos da Silva.

Segundo o coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do HSBC e dirigente do Sindicato, Paulo Rogério, o assédio moral está refletindo diretamente na saúde do bancário.

“Ao mesmo tempo em que cresce a prática nos locais de trabalho, aumenta o número de afastamentos médicos, o que demonstra a ligação entre os fatos”, destaca o dirigente ao lembrar que o assédio moral é crime passível de punição. “É um abuso e um desrespeito contra o ser humano que deve ser denunciado tanto pelos bancários como pelos sindicatos”, ressalta.
Na reunião, o Coletivo Estadual abordou ainda os problemas decorrentes da falta de um Plano de Cargos e Salários, como funcionários desempenhando as mesmas funções sem equiparação salarial.

Com relação à promessa do banco de acumular, até o final do ano, 300 agências com horário de atendimento estendido, o Coletivo Estadual reafirmou a antiga reivindicação do movimento sindical bancário, de ampliação do horário ao público para das 9h às 17h com dois turnos de trabalho em todas as agências.

Lucimar Cruz Beraldo – Fetec – 12/04/2006

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Coletivo constata crescimento do assédio moral no HSBC

Em reunião realizada na Fetec, dirigentes sindicais relatam problemas dos locais de trabalho
São Paulo – Reunido nesta terça-feira, dia 11, na sede da Fetec-CUT/SP, o Coletivo Estadual do HSBC identificou crescimento da prática de assédio moral no estado, sobretudo no ABC e na região Sul da capital paulista.
Para os presentes na reunião, o crescimento dessa prática ilegal deve-se à falta de funcionários, já tendo se transformado em problema sistêmico do banco. “A direção do HSBC insiste em dizer que é falha dos gestores, mas já constatamos que se trata de política inadequada da banco”, esclarece o diretor da Fetec-CUT/SP, Luciano Ramos da Silva.
Segundo o coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do HSBC e dirigente do Sindicato, Paulo Rogério, o assédio moral está refletindo diretamente na saúde do bancário.
“Ao mesmo tempo em que cresce a prática nos locais de trabalho, aumenta o número de afastamentos médicos, o que demonstra a ligação entre os fatos”, destaca o dirigente ao lembrar que o assédio moral é crime passível de punição. “É um abuso e um desrespeito contra o ser humano que deve ser denunciado tanto pelos bancários como pelos sindicatos”, ressalta.
Na reunião, o Coletivo Estadual abordou ainda os problemas decorrentes da falta de um Plano de Cargos e Salários, como funcionários desempenhando as mesmas funções sem equiparação salarial.
Com relação à promessa do banco de acumular, até o final do ano, 300 agências com horário de atendimento estendido, o Coletivo Estadual reafirmou a antiga reivindicação do movimento sindical bancário, de ampliação do horário ao público para das 9h às 17h com dois turnos de trabalho em todas as agências.
Lucimar Cruz Beraldo – Fetec – 12/04/2006

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