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Comando dos trabalhadores no ramo financeiro debate unidade da campanha salarial nacional

Na reunião que aconteceu nesta terça-feira, os representantes de todas as centrais sindicais que compõem o movimento sindical dos trabalhadores bancários discutiram os princípios para a campanha nacional 2008-2009.

Entre eles, construir uma grande campanha unificada, reunindo todas as forças políticas,, além de um Comando Nacional ampliado. “O que propusemos, como princípio, é que estejamos todos numa mesa de negociação unificada. É uma visão classista: de um lado os trabalhadores, de outro, os patrões”, diz Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT.

Os detalhes de como seria feita a organização e os critérios de representação serão aprovados em nova reunião, que deve acontecer em até 15 dias, a partir das discussões feitas nas entidades.

Participaram da reunião desta terça, representantes da CUT, Intersindical, UGT, CTB e Conlutas, além dos representantes de federações e dos maiores sindicatos do país. A Contec será convidada novamente para a próxima reunião do Comando Nacional.

Fonte: Contraf-CUT.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.

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Todos os bancários de um único lado da mesa de negociação

Paralelamente ao reconhecimento oficial das centrais sindicais e ao surgimento de novas entidades de representação dos trabalhadores, o Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro debate formas de ampliar a unidade da categoria de forma a aperfeiçoar o enfrentamento ao setor patronal.

Em reunião nesta terça-feira (15/04), na sede da Contraf/CUT, em São Paulo, o Comando deu importante passo na construção de uma Campanha Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de caráter unitário.

A idéia é reunir CUT, UGT (União Geral dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), Conlutas e Intersindical de um só lado da mesa de negociação que irá abordar condições de trabalho e salário com a Fenaban, por ocasião da próxima data-base.

Ao propor o enfrentamento unitário, o Comando não se esquece da existência de divergências políticas entre as centrais. Pelo contrário, ressalta a importância do respeito às opiniões e da busca pelo entendimento, de maneira a aperfeiçoar a organização da categoria com vistas a campanhas mais vitoriosas. “Os banqueiros deixam divergências de lado para defender seus pontos de vistas nas negociações. Da mesma forma, devemos construir a nossa unidade para fortalecermos a categoria como um todo”, avalia o presidente da FETEC/CUT-SP, Sebastião Geraldo Cardozo.

Uma primeira tentativa neste sentido ocorreu em 2007, quando a campanha já estava em andamento. Neste ano, o Comando instaura esse debate mais cedo, como forma a favorecer avanços no diálogo.

“É certo que a unidade não se constrói à força. É uma evolução, para a qual necessitaremos de um fórum que seja capaz de dar voz a todas as representações”, antecipa o presidente da Contraf/CUT, Vagner Freitas, ao dar o seguinte recado: “Embora todas as opiniões devam ser respeitadas, é a vontade da maioria que deve prevalecer. Quando respeitamos a maioria, não quer dizer que não tenhamos nossa própria opinião, mas nem por isso devemos abandonar o barco. Pelo contrário, mantermo-nos unidos com a clareza de que os interesses dos trabalhadores estão acima de tudo. Então, a unidade requer seriedade e é isso que é construir a democracia de forma adulta”, salienta Freitas.

Por Lucimar Cruz Beraldo.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.fetecsp.org.br.

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