Gazeta do Povo
São Paulo (AE) – A Central Única dos Trabalhadores (CUT) quer conversar com o governo sobre problemas como desemprego e baixa renda, segundo informou o presidente da entidade, Luiz Marinho.
Ele fez a afirmação após discurso em evento realizado na Praça Campo de Bagatelle, na zona norte da capital paulista. O evento faz parte das comemorações do 1.º de Maio, Dia Internacional do Trabalho.
Marinho disse que “em poucos dias” terá uma audiência com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para debater estes temas. Ele também informou que já solicitou um encontro com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), mas até agora não obteve uma resposta.
Segundo o sindicalista, o debate é a melhor forma de solucionar os dois problemas considerados mais importantes pela central sindical. De acordo com ele, o evento de hoje na capital paulista é uma maneira de ampliar a discussão com a sociedade.
Sobre as ameaças dos últimos dias de endurecimento do discurso do líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), João Pedro Stédile, com o governo, que chegaram a ser consideradas uma provocação, Marinho avalia que não há exageros por parte do MST.
“O MST está fazendo as mobilizações que sempre fez. Para mim, a atuação do movimento até agora não vai além do que a Constituição permite”, argumentou.
Para o líder sindical, tanto a renda quanto o desemprego são questões de responsabilidade dos governantes.
Ele espera um aumento do salário mínimo no próximo mês para R$ 300,00 e que, até o final do ano, sejam criados 1 milhão de postos de trabalho no país.
Para isto, segundo ele, seria necessária a contratação emergencial de trabalhadores, principalmente nos grandes centros.
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Por Mhais• 5 de abril de 2004• 10:46• Sem categoria
CUT CHAMA GOVERNO PARA CONVERSAR SOBRE EMPREGO E RENDA
Gazeta do Povo
São Paulo (AE) – A Central Única dos Trabalhadores (CUT) quer conversar com o governo sobre problemas como desemprego e baixa renda, segundo informou o presidente da entidade, Luiz Marinho.
Ele fez a afirmação após discurso em evento realizado na Praça Campo de Bagatelle, na zona norte da capital paulista. O evento faz parte das comemorações do 1.º de Maio, Dia Internacional do Trabalho.
Marinho disse que “em poucos dias” terá uma audiência com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para debater estes temas. Ele também informou que já solicitou um encontro com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), mas até agora não obteve uma resposta.
Segundo o sindicalista, o debate é a melhor forma de solucionar os dois problemas considerados mais importantes pela central sindical. De acordo com ele, o evento de hoje na capital paulista é uma maneira de ampliar a discussão com a sociedade.
Sobre as ameaças dos últimos dias de endurecimento do discurso do líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), João Pedro Stédile, com o governo, que chegaram a ser consideradas uma provocação, Marinho avalia que não há exageros por parte do MST.
“O MST está fazendo as mobilizações que sempre fez. Para mim, a atuação do movimento até agora não vai além do que a Constituição permite”, argumentou.
Para o líder sindical, tanto a renda quanto o desemprego são questões de responsabilidade dos governantes.
Ele espera um aumento do salário mínimo no próximo mês para R$ 300,00 e que, até o final do ano, sejam criados 1 milhão de postos de trabalho no país.
Para isto, segundo ele, seria necessária a contratação emergencial de trabalhadores, principalmente nos grandes centros.
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