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CUT vai propor pacto ao governo contra alta de preços

Reunida em São Paulo desde ontem, a direção nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT) deve aprovar hoje uma resolução política que cobra do governo Luiz Inácio Lula da Silva a mudança da atual política econômica por meio de um pacto social que impeça a retomada da inflação. Segundo o presidente da CUT, Luiz Marinho, cabe a Lula tomar a iniciativa das negociações.

— O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social é um espaço de negociação informal. O que estamos sugerindo é um espaço de negociação formal. No conselho tem gente das entidades, mas não em nome das entidades. Acho que o governo precisaria fazer um esforço e liderar o processo de negociação — disse Marinho.

Segundo ele, o atual modelo econômico não é capaz de promover o crescimento sustentado por um longo período, como prega Lula, nem de resolver os graves problemas sociais do país.

— Se continuar a visão de que a inflação é o único indicador, provavelmente o crescimento que vemos agora não será sustentável — diz, lembrando que o governo conseguiu controlar a inflação e recuperar a credibilidade, mas depois disso virá o uso da capacidade instalada e a criação de empregos, podendo desembocar em inflação de demanda.

O presidente da CUT, no entanto, evita usar a palavra pacto, rechaçada por vários setores da entidade, escaldados por experiências anteriores em que só os trabalhadores teriam cumprido a sua parte, dizem.

O Globo – Ricardo Galhardo

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CUT vai propor pacto ao governo contra alta de preços

Reunida em São Paulo desde ontem, a direção nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT) deve aprovar hoje uma resolução política que cobra do governo Luiz Inácio Lula da Silva a mudança da atual política econômica por meio de um pacto social que impeça a retomada da inflação. Segundo o presidente da CUT, Luiz Marinho, cabe a Lula tomar a iniciativa das negociações.
— O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social é um espaço de negociação informal. O que estamos sugerindo é um espaço de negociação formal. No conselho tem gente das entidades, mas não em nome das entidades. Acho que o governo precisaria fazer um esforço e liderar o processo de negociação — disse Marinho.
Segundo ele, o atual modelo econômico não é capaz de promover o crescimento sustentado por um longo período, como prega Lula, nem de resolver os graves problemas sociais do país.
— Se continuar a visão de que a inflação é o único indicador, provavelmente o crescimento que vemos agora não será sustentável — diz, lembrando que o governo conseguiu controlar a inflação e recuperar a credibilidade, mas depois disso virá o uso da capacidade instalada e a criação de empregos, podendo desembocar em inflação de demanda.
O presidente da CUT, no entanto, evita usar a palavra pacto, rechaçada por vários setores da entidade, escaldados por experiências anteriores em que só os trabalhadores teriam cumprido a sua parte, dizem.
O Globo – Ricardo Galhardo

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