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Por 11:25 Notícias

EMPREGO COM CARTEIRA ASSINADA CRESCE 100%

Correio Braziliense
O primeiro bimestre foi o melhor para o emprego formal desde o início da série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Demitidos (Caged), iniciada em 1992 pelo Ministério do Trabalho.
Em fevereiro, foram criados 139 mil empregos com carteira assinada, o que, somado ao resultado de janeiro, de 100,1 mil postos de trabalho, resulta num saldo líquido de 239,1 mil novas ocupações em 2004. O resultado representa o dobro dos 119.514 empregos formais criados no primeiro bimestre do ano passado.
Os principais setores responsáveis pelo desempenho favorável em fevereiro foram os de serviços, com 52,3 mil novos postos (0,56%); e a indústria, com 38 mil novos postos (0,70%).
Os segmentos industriais que mais colaboraram para esse balanço positivo foram borracha (8,8 mil postos), alimentos e bebidas (4,2 mil postos), química (4 mil postos), metalúrgica (3,8 mil postos) e calçados (3,8 mil postos).
A indústria de transformação obteve o melhor resultado da série do Caged para o setor. Foram 38 mil novos postos de trabalho em fevereiro. Em termos geográficos, o estado que mais ofertou vagas foi São Paulo, com 53,9 mil vagas. De acordo com os técnicos, a expansão do emprego foi maior no interior. Fora das áreas metropolitanas, 71,3 mil vagas foram abertas no mês.
Segundo o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, os dados mostram que este ano será mais favorável para o mercado do que 2003. ‘‘Acredito que estamos gerando um ciclo de desenvolvimento para gerar milhões de empregos. O fundamental é que a tendência e de crescimento, para animar todo mundo a investir mais e apostar no crescimento sustentável’’, disse o ministro.
Segundo ele, os dados do Caged são coerentes com as estatísticas recentes do IBGE e daFederação das Indústrias do Estado de São Paulo. Dados da Fiesp divulgados nesta semana mostram que a indústria paulista criou 7.442 vagas em fevereiro. Os números do IBGE apontamcrescimento de 0,8% no emprego industrial de janeiro em relação a dezembro de 2003.

Por 11:25 Sem categoria

EMPREGO COM CARTEIRA ASSINADA CRESCE 100%

Correio Braziliense

O primeiro bimestre foi o melhor para o emprego formal desde o início da série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Demitidos (Caged), iniciada em 1992 pelo Ministério do Trabalho.

Em fevereiro, foram criados 139 mil empregos com carteira assinada, o que, somado ao resultado de janeiro, de 100,1 mil postos de trabalho, resulta num saldo líquido de 239,1 mil novas ocupações em 2004. O resultado representa o dobro dos 119.514 empregos formais criados no primeiro bimestre do ano passado.

Os principais setores responsáveis pelo desempenho favorável em fevereiro foram os de serviços, com 52,3 mil novos postos (0,56%); e a indústria, com 38 mil novos postos (0,70%).

Os segmentos industriais que mais colaboraram para esse balanço positivo foram borracha (8,8 mil postos), alimentos e bebidas (4,2 mil postos), química (4 mil postos), metalúrgica (3,8 mil postos) e calçados (3,8 mil postos).

A indústria de transformação obteve o melhor resultado da série do Caged para o setor. Foram 38 mil novos postos de trabalho em fevereiro. Em termos geográficos, o estado que mais ofertou vagas foi São Paulo, com 53,9 mil vagas. De acordo com os técnicos, a expansão do emprego foi maior no interior. Fora das áreas metropolitanas, 71,3 mil vagas foram abertas no mês.

Segundo o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, os dados mostram que este ano será mais favorável para o mercado do que 2003. ‘‘Acredito que estamos gerando um ciclo de desenvolvimento para gerar milhões de empregos. O fundamental é que a tendência e de crescimento, para animar todo mundo a investir mais e apostar no crescimento sustentável’’, disse o ministro.

Segundo ele, os dados do Caged são coerentes com as estatísticas recentes do IBGE e daFederação das Indústrias do Estado de São Paulo. Dados da Fiesp divulgados nesta semana mostram que a indústria paulista criou 7.442 vagas em fevereiro. Os números do IBGE apontamcrescimento de 0,8% no emprego industrial de janeiro em relação a dezembro de 2003.

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