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Falência do Santos deve sair este mês

A falência do Banco Santos deve ser decretada ainda este mês, possivelmente dentro da nova Lei de Falências, informou ao Valor, Vânio Aguiar, o interventor nomeado pelo Banco Central (BC) para administrar a instituição de Edemar Cid Ferreira.

No trabalho de administração do banco após a liquidação extrajudicial – decretada no dia 4 de maio – Aguiar conta que já recuperou R$ 100 milhões com a execução das dívidas de algumas empresas. “Desde o começo, estamos fazendo um trabalho para recuperar os ativos”, disse.

Segundo Aguiar, a execução administrativa das dívidas está sendo possível apenas nos casos em que não havia as operações casadas – onde as empresas tomavam empréstimos do banco e eram obrigadas a levar junto outros produtos, como debêntures ou cédula de produto rural (CPR). Nestes casos, a empresa entra na Justiça por causa das dívidas a receber do Banco Santos, o que posterga a recuperação dos créditos até que sejam julgadas as operações, o que pode demorar anos.

O próximo passo, de acordo com Aguiar, será o leilão do prédio ao lado da antiga sede do Banco Santos (que era alugada e já foi entregue ao dono). Este prédio foi construído para ser o futuro centro de tecnologia do banco de Edemar. O interventor disse que o edifício está em fase final de avaliação e deve ser leiloado nas próximas semanas. Aguiar está trabalhando no prédio que ocupava a área de gestão de recursos do Santos, que também é alugado.

Ontem, foi anunciado a conclusão do segundo leilão de produtos que estavam na sede do banco (incluindo computadores, móveis e a mesa usada por Edemar, que foi arrematada por R$ 9,5 mil por uma pessoa de São Bernardo do Campo). O leilão rendeu R$ 1,6 milhão, 120% acima do valor mínimo autorizado pelo BC. Ao todo, foram recebidos 10.267 lances, dos quais 90% chegaram pela internet, segundo a Superbid. O primeiro leilão foi realizado em maio e arrecadou R$ 2 milhões.

O destino do banco vai depender da decisão do juiz Caio Marcelo Mendes de Oliveira, da recém-criada 2ª Vara de Falências, que analisa o pedido de falência do Santos entregue pelo BC dia 17 de junho. Se o juiz decretar a falência dentro da nova lei, como querem os credores, inicia-se a montagem de um plano de recuperação e a formação dos comitês de credores.

A intervenção do BC no Santos, em novembro do ano passado, está prestes a completar um ano. O passivo total do banco foi calculado em R$ 2,9 bilhões.

Fonte: www.valoronline.com.br

Por 10:27 Notícias

Falência do Santos deve sair este mês

A falência do Banco Santos deve ser decretada ainda este mês, possivelmente dentro da nova Lei de Falências, informou ao Valor, Vânio Aguiar, o interventor nomeado pelo Banco Central (BC) para administrar a instituição de Edemar Cid Ferreira.
No trabalho de administração do banco após a liquidação extrajudicial – decretada no dia 4 de maio – Aguiar conta que já recuperou R$ 100 milhões com a execução das dívidas de algumas empresas. “Desde o começo, estamos fazendo um trabalho para recuperar os ativos”, disse.
Segundo Aguiar, a execução administrativa das dívidas está sendo possível apenas nos casos em que não havia as operações casadas – onde as empresas tomavam empréstimos do banco e eram obrigadas a levar junto outros produtos, como debêntures ou cédula de produto rural (CPR). Nestes casos, a empresa entra na Justiça por causa das dívidas a receber do Banco Santos, o que posterga a recuperação dos créditos até que sejam julgadas as operações, o que pode demorar anos.
O próximo passo, de acordo com Aguiar, será o leilão do prédio ao lado da antiga sede do Banco Santos (que era alugada e já foi entregue ao dono). Este prédio foi construído para ser o futuro centro de tecnologia do banco de Edemar. O interventor disse que o edifício está em fase final de avaliação e deve ser leiloado nas próximas semanas. Aguiar está trabalhando no prédio que ocupava a área de gestão de recursos do Santos, que também é alugado.
Ontem, foi anunciado a conclusão do segundo leilão de produtos que estavam na sede do banco (incluindo computadores, móveis e a mesa usada por Edemar, que foi arrematada por R$ 9,5 mil por uma pessoa de São Bernardo do Campo). O leilão rendeu R$ 1,6 milhão, 120% acima do valor mínimo autorizado pelo BC. Ao todo, foram recebidos 10.267 lances, dos quais 90% chegaram pela internet, segundo a Superbid. O primeiro leilão foi realizado em maio e arrecadou R$ 2 milhões.
O destino do banco vai depender da decisão do juiz Caio Marcelo Mendes de Oliveira, da recém-criada 2ª Vara de Falências, que analisa o pedido de falência do Santos entregue pelo BC dia 17 de junho. Se o juiz decretar a falência dentro da nova lei, como querem os credores, inicia-se a montagem de um plano de recuperação e a formação dos comitês de credores.
A intervenção do BC no Santos, em novembro do ano passado, está prestes a completar um ano. O passivo total do banco foi calculado em R$ 2,9 bilhões.
Fonte: www.valoronline.com.br

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