Veja abaixo algumas das reivindicações, como a unificação da data-base da categoria
São Paulo – Os financiários esperam por uma reposta da Federação Nacional das Empresas de Crédito e Financeiras sobre a campanha deste ano. Uma nova negociação está marcada para o dia 17.
Atualmente, embora integrem um mesmo grupo financeiro, trabalhadores de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul têm direitos inferiores aos de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo. Inclusive a data-base de Minas e Rio Grande do Sul é distinta, novembro e agosto, respectivamente.
Além de reajuste nos salários, os trabalhadores querem, entre outros pontos, a unificação da data-base e uma convenção coletiva nacional em conjunto com os bancários.
Para as cláusulas sociais os trabalhadores exigem a equiparação dos direitos das mães que adotem crianças, de estabilidade e licença-maternidade, assim como as mães de recém-nascidos; o direito ao abono de mais de duas faltas em caso de internação de um dos filhos; o desconto parcelado durante doze meses do desconto do salário seguinte às férias; isenção de tarifas bancárias, considerando-se que a maior parte das financeiras pertence a bancos, que adotam a prática com seus funcionários; aplicação de convenção 158 da OIT, que impede a demissão desmotivada; isonomia de tratamento para casais hetero e homossexuais, como no caso do plano de saúde; combate ao assédio sexual e ao assédio moral; e a contratação de planos odontológicos.
Ricardo Negrão – 07/08/2006
Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
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Por Mhais• 8 de agosto de 2006• 10:38• Sem categoria
Financiários esperam por propostas no dia 17
Veja abaixo algumas das reivindicações, como a unificação da data-base da categoria
São Paulo – Os financiários esperam por uma reposta da Federação Nacional das Empresas de Crédito e Financeiras sobre a campanha deste ano. Uma nova negociação está marcada para o dia 17.
Atualmente, embora integrem um mesmo grupo financeiro, trabalhadores de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul têm direitos inferiores aos de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo. Inclusive a data-base de Minas e Rio Grande do Sul é distinta, novembro e agosto, respectivamente.
Além de reajuste nos salários, os trabalhadores querem, entre outros pontos, a unificação da data-base e uma convenção coletiva nacional em conjunto com os bancários.
Para as cláusulas sociais os trabalhadores exigem a equiparação dos direitos das mães que adotem crianças, de estabilidade e licença-maternidade, assim como as mães de recém-nascidos; o direito ao abono de mais de duas faltas em caso de internação de um dos filhos; o desconto parcelado durante doze meses do desconto do salário seguinte às férias; isenção de tarifas bancárias, considerando-se que a maior parte das financeiras pertence a bancos, que adotam a prática com seus funcionários; aplicação de convenção 158 da OIT, que impede a demissão desmotivada; isonomia de tratamento para casais hetero e homossexuais, como no caso do plano de saúde; combate ao assédio sexual e ao assédio moral; e a contratação de planos odontológicos.
Ricardo Negrão – 07/08/2006
Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
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