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Funcionários do BC param por 24h e ameaçam retomar greve

Funcionários do Banco Central realizam nesta quarta-feira paralisação de 24 horas em todo o país e ameaçam retomar a greve caso não recebam reajuste salarial.

De acordo com o presidente do Sinal – Regional São Paulo (Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central), Daro Marcos Piffer, a adesão em São Paulo atinge 65% dos 700 funcionários da categoria.

De acordo com o Sinal, o governo desrespeita o acordo fechado com a categoria que previa o pagamento da primeira parcela de 6% de reajuste em janeiro e a segunda em 4% em junho deste ano.

Segundo Piffer, em reunião recente a Casa Civil disse não ter conhecimento oficial sobre o acordo e afirmou que somente agora vai estudar o tema. “A quebra de acordo demonstra que o governo não tem palavra e não é confiável.”

Pelo acordo, o governo também pagaria uma reajuste de 70% para as funções comissionadas, que estariam muito defasadas, o que segundo o sindicato também é desrespeitado.

Na próxima terça-feira, os funcionários fazem nova assembléia para decidir se realizam nova paralisação de 48 horas.

Segundo o Sinal, o fornecimento de informações à CPMI dos Correios não será afetada, ao menos por enquanto.

Procurado, o Banco Central não quis se pronunciar até o momento.

Fonte: Folha Online

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Funcionários do BC param por 24h e ameaçam retomar greve

Funcionários do Banco Central realizam nesta quarta-feira paralisação de 24 horas em todo o país e ameaçam retomar a greve caso não recebam reajuste salarial.
De acordo com o presidente do Sinal – Regional São Paulo (Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central), Daro Marcos Piffer, a adesão em São Paulo atinge 65% dos 700 funcionários da categoria.
De acordo com o Sinal, o governo desrespeita o acordo fechado com a categoria que previa o pagamento da primeira parcela de 6% de reajuste em janeiro e a segunda em 4% em junho deste ano.
Segundo Piffer, em reunião recente a Casa Civil disse não ter conhecimento oficial sobre o acordo e afirmou que somente agora vai estudar o tema. “A quebra de acordo demonstra que o governo não tem palavra e não é confiável.”
Pelo acordo, o governo também pagaria uma reajuste de 70% para as funções comissionadas, que estariam muito defasadas, o que segundo o sindicato também é desrespeitado.
Na próxima terça-feira, os funcionários fazem nova assembléia para decidir se realizam nova paralisação de 48 horas.
Segundo o Sinal, o fornecimento de informações à CPMI dos Correios não será afetada, ao menos por enquanto.
Procurado, o Banco Central não quis se pronunciar até o momento.
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