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Gerente de banco não seria preso em Curitiba

O gesto do escritor Domingos Pellegrini, que deu voz de prisão a um gerente de banco em Londrina na segunda-feira após passar 28 minutos em uma fila, serviu de consolo para muitos clientes. Mas quem já pensa em mandar prender seu gerente terá de mudar de estratégia. O promotor João Henrique Vilela da Silveira, da Promotoria da Defesa do Consumidor de Curitiba, explica que a demora no atendimento bancário não é crime. “É uma infração administrativa, por isso cabem apenas autuações e multas”, afirma. Ou seja: o consumidor pode e deve reclamar, mas não mandar prender.

Na capital, o máximo que um cliente pode esperar em uma fila de banco é 20 minutos, ou meia hora em dias que precedem ou sucedem feriados. Em Londrina, são 15 minutos, ou 30 em dias de pico. Pellegrini disse ter ligado antes ao Procon da cidade, que não teria fiscais para atendimento imediato. A advogada do Procon-PR, Cila Mendes dos Santos, ressalta que cabe somente aos fiscais do órgão apurar este tipo de denúncia.

O vereador curitibano Reinhold Stephanes Júnior, autor da lei que estipula prazo máximo de atendimento na capital, elogia a atitude do escritor. “Os bancos hoje são o setor mais lucrativo. Por que não contratam mais funcionários para resolver o problema?”, finalizou.

Fonte: Gazeta do Povo

Por 09:39 Notícias

Gerente de banco não seria preso em Curitiba

O gesto do escritor Domingos Pellegrini, que deu voz de prisão a um gerente de banco em Londrina na segunda-feira após passar 28 minutos em uma fila, serviu de consolo para muitos clientes. Mas quem já pensa em mandar prender seu gerente terá de mudar de estratégia. O promotor João Henrique Vilela da Silveira, da Promotoria da Defesa do Consumidor de Curitiba, explica que a demora no atendimento bancário não é crime. “É uma infração administrativa, por isso cabem apenas autuações e multas”, afirma. Ou seja: o consumidor pode e deve reclamar, mas não mandar prender.
Na capital, o máximo que um cliente pode esperar em uma fila de banco é 20 minutos, ou meia hora em dias que precedem ou sucedem feriados. Em Londrina, são 15 minutos, ou 30 em dias de pico. Pellegrini disse ter ligado antes ao Procon da cidade, que não teria fiscais para atendimento imediato. A advogada do Procon-PR, Cila Mendes dos Santos, ressalta que cabe somente aos fiscais do órgão apurar este tipo de denúncia.
O vereador curitibano Reinhold Stephanes Júnior, autor da lei que estipula prazo máximo de atendimento na capital, elogia a atitude do escritor. “Os bancos hoje são o setor mais lucrativo. Por que não contratam mais funcionários para resolver o problema?”, finalizou.
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