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Hoje, 16 de abril, é Dia de Luta dos Trabalhadores Bancários no Unibanco; confira o comunicado sindical a respeito

Carta aberta aos trabalhadores bancários no Unibanco

Trabalhadores bancários exigem fim do desconto do RR da PLR

Hoje, 16 de abril, é Dia de Luta dos bancários do Unibanco. Os trabalhadores estão mobilizados em todo o país para cobrar da empresa melhorias em suas condições de trabalho. As principais reivindicações são mudanças no RR e ampliação do programa de bolsas de estudo.

No caso do RR, programa próprio de remuneração variável do banco, a principal demanda é seu desmembramento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados). Hoje, o banco desconta do valor da PLR o que é pago de RR, misturando os dois conceitos. Pesquisa feita pela Comissão de Organização e Empresa do Unibanco da Contraf-CUT (COE Unibanco) mostra que 80% dos bancários são contrários à compensação e 73,1% ficaram insatisfeitos com o valor recebido.

Além disso, o pagamento dos dois valores é feito no mesmo momento, levando alguns bancários a confundir a PLR, conquista de toda a categoria, inserida na Convenção Coletiva de Trabalho e calculada diretamente sobre o lucro do banco, com programas próprios como RR, PRU e Bônus, específicos e atrelados a metas absurdas e avaliações com critérios obscuros.

Estes critérios são causa de grande insatisfação entre os bancários: a pesquisa mostra que 73,2% dos trabalhadores consideram injusta a distribuição da remuneração variável. Os programas se tornaram “desculpas” para o aumento da pressão pelo cumprimento de metas cada vez mais altas, aumentando o estresse a que são submetidos os bancários e, por conseqüência, as doenças ocupacionais, como LER/Dort e transtornos psicológicos. É preciso mudar os critérios de distribuição dos prêmios e coibir o assédio moral.

No caso da bolsa-educação, os bancários reivindicam o aumento do número de bolsas de forma a atender todos os interessados, com isonomia de direitos para os funcionários afastados. Neste ano, mais de seis mil bancários se inscreveram no programa. No entanto, apenas duas mil bolsas foram distribuídas, demonstrando que ainda falta muito para o programa atingir o nível ideal.

Vamos à luta por melhores condições de trabalho e remuneração justa!

Sindicatos de Bancários filiados à CUT no Paraná, FETEC-CUT-PR e CONTRAF-CUT.

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Bancários do Unibanco exigem fim do desconto da RR da PLR

O Sindicato dos Bancários de Curitiba e região entrega, nesta semana, panfleto sobre o foco das negociações da Comissão de Organização dos Empregados (COE) junto ao banco Unibanco. A principal reivinidicação dos bancários é o fim do desconto da RR da PLR e a ampliação do número de bolsas de estudo.

“O banco desconta do valor da PLR o que é pago de RR, misturando os dois conceitos”, explica Anselmo Farias, dirigente sindical e trabalhador do Unibanco. “Em pesquisa realizada pela Comissão de Organização e Empresa do Unibanco 80% dos bancários se disseram contrários à compensação e 73,1% ficaram insatisfeitos com o valor recebido”.

Além disso, o pagamento dos dois valores é feito no mesmo momento, levando alguns bancários a confundir a PLR, conquista de toda a categoria, inserida na Convenção Coletiva de Trabalho e calculada diretamente sobre o lucro do banco, com programas próprios como RR, PRU e Bônus, específicos e atrelados a metas absurdas e avaliações com critérios obscuros.

Os bancários também reivindicam o aumento do número de bolsas para atender todos os interessados, com isonomia de direitos para os funcionários afastados. “Neste ano, mais de seis mil bancários se inscreveram no programa mas, apenas duas mil bolsas foram distribuídas. Ainda falta muito para o programa atingir o nível ideal”, comenta Armando Dibax, dirigente da FETEC-CUT-PR e bancário do Unibanco.

SEEB/Curitiba.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br.

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