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Itaú, Caixa e Bradesco também devem ter lucros recordes, diz analista

A exemplo do Unibanco e do Banco do Brasil, as outras três instituições financeiras que vão divulgar os balanços de 2005 nesta semana – Bradesco, Itaú e Caixa Econômica Federal – também anunciarão resultados recordes, acredita o analista João Augusto Salles, da consultoria Lopes Filho e Associados. – Todas elas tiveram seus maiores lucros no ano passado – afirmou. Segundo Salles, os ganhos do setor bancário estão em alta desde 1998. Até 2002, foram determinados pelas operações de tesouraria – especialmente de compra e venda de títulos públicos. Mas, nos últimos três anos, tiveram influência decisiva do crescimento das operações de crédito. – A partir de 2003, o crédito para pessoas físicas tem sido o filé para os grandes bancos do país – disse Salles. A aposta, porém, tem algumas conseqüências, destaca o analista. Uma delas é a necessidade de os bancos fazerem provisões para créditos duvidosos. Segundo Salles, essa pode ter sido uma das causas para a queda de 4,4% no lucro líquido do Banco do Brasil no quarto trimestre ante o mesmo período de 2004. – Os outros bancos também estão tendo que fazer provisões. Por causa disso, apesar da perspectiva de recorde do resultado anual, pode ser que o balanço do quarto trimestre não apresente números brilhantes – comentou. Fonte: O Globo

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Itaú, Caixa e Bradesco também devem ter lucros recordes, diz analista

A exemplo do Unibanco e do Banco do Brasil, as outras três instituições financeiras que vão divulgar os balanços de 2005 nesta semana – Bradesco, Itaú e Caixa Econômica Federal – também anunciarão resultados recordes, acredita o analista João Augusto Salles, da consultoria Lopes Filho e Associados. – Todas elas tiveram seus maiores lucros no ano passado – afirmou. Segundo Salles, os ganhos do setor bancário estão em alta desde 1998. Até 2002, foram determinados pelas operações de tesouraria – especialmente de compra e venda de títulos públicos. Mas, nos últimos três anos, tiveram influência decisiva do crescimento das operações de crédito. – A partir de 2003, o crédito para pessoas físicas tem sido o filé para os grandes bancos do país – disse Salles. A aposta, porém, tem algumas conseqüências, destaca o analista. Uma delas é a necessidade de os bancos fazerem provisões para créditos duvidosos. Segundo Salles, essa pode ter sido uma das causas para a queda de 4,4% no lucro líquido do Banco do Brasil no quarto trimestre ante o mesmo período de 2004. – Os outros bancos também estão tendo que fazer provisões. Por causa disso, apesar da perspectiva de recorde do resultado anual, pode ser que o balanço do quarto trimestre não apresente números brilhantes – comentou. Fonte: O Globo

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