A Petros (fundo de pensão dos petroleiros) divulgou na segunda-feira (11/9) o resultado da repactuação, após o processamento de todos os termos individuais postados e protocolados pelos participantes. Do total de 79.681 participantes do Plano Petros que receberam por correios os kits com os termos individuais, 52,80% aderiram à repactuação. Na ativa, 62,29% dos participantes repactuaram. Entre os assistidos, o índice foi de 46,29%, sendo que 49,46% entre os pensionistas e 45,38% entre os aposentados. O XII Congresso da FUP, realizado entre 28 e 30 de julho, havia aprovado a proposta da repactuação.
A FUP agora lutará para que a Petrobrás e as demais patrocinadoras do Plano Petros implementem o Acordo de Obrigações Recíprocas assinado com a Federação e 12 sindicatos. A FUP quer que a vontade da maioria dos participantes seja atendida pelas patrocinadoras, independentemente à referência que o Acordo faz ao termo “adesão maciça”. A FUP já cobrou uma reunião com a Petrobrás para discutir os próximos encaminhamentos em relação à Petros.
Se implementado, o Acordo de Obrigações Recíprocas garantirá o cumprimento de todos os compromissos assumidos pelas patrocinadoras para solução dos principais problemas do Plano Petros: aporte de mais de R$ 6 bilhões para o Plano, correção do cálculo das pensões, redução do limite de idade, pagamento dos valores monetários individuais acordados, gestão paritária da Petros, entre outras conquistas obtidas durante o processo de negociação. No entendimento da FUP, a Petrobrás deve respeitar a vontade da maioria dos participantes que repactuaram, e que, portanto, endossaram a proposta de solução das pendências da Petros. Ainda que parte das conquistas do Acordo seja extensivas somente aos participantes que repactuaram (correção do cálculo das pensões, redução do limite de idade, recebimento dos três salários benefícios ou R$ 15 mil), o aporte de recursos no Plano Petros e a gestão paritária da Fundação beneficiarão a todos os participantes, inclusive os que não repactuaram.
A FUP acredita que a Petrobrás e as demais patrocinadoras do Plano Petros têm condições de implementar o Acordo de Obrigações Recíprocas e permitirem que o Plano Petros, o maior patrimônio dos trabalhadores do Sistema Petrobrás, seja reequilibrado e garanta estabilidade e segurança para todos os seus participantes. Essa é a vontade da maioria da categoria.
Fonte: CUT
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Por Mhais• 15 de setembro de 2006• 09:59• Sem categoria
Maioria dos participantes da Petros adere à repactuação
A Petros (fundo de pensão dos petroleiros) divulgou na segunda-feira (11/9) o resultado da repactuação, após o processamento de todos os termos individuais postados e protocolados pelos participantes. Do total de 79.681 participantes do Plano Petros que receberam por correios os kits com os termos individuais, 52,80% aderiram à repactuação. Na ativa, 62,29% dos participantes repactuaram. Entre os assistidos, o índice foi de 46,29%, sendo que 49,46% entre os pensionistas e 45,38% entre os aposentados. O XII Congresso da FUP, realizado entre 28 e 30 de julho, havia aprovado a proposta da repactuação.
A FUP agora lutará para que a Petrobrás e as demais patrocinadoras do Plano Petros implementem o Acordo de Obrigações Recíprocas assinado com a Federação e 12 sindicatos. A FUP quer que a vontade da maioria dos participantes seja atendida pelas patrocinadoras, independentemente à referência que o Acordo faz ao termo “adesão maciça”. A FUP já cobrou uma reunião com a Petrobrás para discutir os próximos encaminhamentos em relação à Petros.
Se implementado, o Acordo de Obrigações Recíprocas garantirá o cumprimento de todos os compromissos assumidos pelas patrocinadoras para solução dos principais problemas do Plano Petros: aporte de mais de R$ 6 bilhões para o Plano, correção do cálculo das pensões, redução do limite de idade, pagamento dos valores monetários individuais acordados, gestão paritária da Petros, entre outras conquistas obtidas durante o processo de negociação. No entendimento da FUP, a Petrobrás deve respeitar a vontade da maioria dos participantes que repactuaram, e que, portanto, endossaram a proposta de solução das pendências da Petros. Ainda que parte das conquistas do Acordo seja extensivas somente aos participantes que repactuaram (correção do cálculo das pensões, redução do limite de idade, recebimento dos três salários benefícios ou R$ 15 mil), o aporte de recursos no Plano Petros e a gestão paritária da Fundação beneficiarão a todos os participantes, inclusive os que não repactuaram.
A FUP acredita que a Petrobrás e as demais patrocinadoras do Plano Petros têm condições de implementar o Acordo de Obrigações Recíprocas e permitirem que o Plano Petros, o maior patrimônio dos trabalhadores do Sistema Petrobrás, seja reequilibrado e garanta estabilidade e segurança para todos os seus participantes. Essa é a vontade da maioria da categoria.
Fonte: CUT
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