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Ministra Gleisi Hoffmann apresenta plano de investimentos no Paraná

Assessoria de Imprensa André Vargas

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hofmmann, apresentou na tarde desta quarta-feira, 22/08, aos integrantes do Fórum Permanente Futuro 10 Paraná e aos parlamentares do Estado o Plano Nacional de Logística e Investimentos, lançado no último dia 15 pela presidenta Dilma Rousseff, que prevê investimentos de R$ 133 bilhões para a modernização e ampliação da malha rodoviária e ferroviária em nove trechos de rodovias e em 12 trechos de ferrovias. Os investimentos do programa em aeroportos e portos serão anunciados em outra etapa. O objetivo do programa é aumentar a escala dos investimentos públicos e privados em infraestrutura de transportes, tornando mais eficiente o transporte ferroviário de passageiros.

O deputado federal André Vargas que participou da reunião com a ministra Gleisi Hoffmann, destaca que todos os Estados foram contemplados e que não há um plano específico para nenhum deles. “Além de melhorar a infraestrutura em transporte, o plano visa melhorar o sistema de transporte no país, diminuir o custo Brasil e fazer com que o país seja de fato competitivo”, afirma o deputado.

Em relação aos investimentos em portos, Vargas afirma que devem ser anunciados entre o dia 12 e 15 do próximo mês, após uma viagem de cinco ministros para conhecer a gestão de portos e aeroportos em outros países.

O Paraná vai continuar sendo contemplado

Investimentos do PAC já contemplaram a BR 158 de Campo Mourão a Roncador, indo até Laranjal; a duplicação da BR 163, de Toledo a Marechal Cândido Rondon e a readequação de todo o trecho do Paraná e a continuidade das obras da BR 153 que vai de Tibagi a Ipiranga, além das ferrovias que passam pelo Paraná com o trecho que vai de Maracaju a Cascavel e que deve chegar a Mafra, em Santa Catarina.

Além disso, estão previstas as readequações do trecho de Guarapuava a Paranaguá, passando pela Lapa; o trecho de Cianorte a Apucarana, passando por Maringá, que hoje está desativado, mas que haverá um investimento previsto para que o norte do Paraná seja contemplado.

Em relação às críticas de Flávio Arns que afirmou que o Paraná ficou de fora dos investimentos federais, o deputado André Vargas ressaltou que é preciso planejamento, o que não tem ocorrido no Paraná, que não tem apresentado grandes projetos para investimentos. “Faltam projetos estratégicos e o que ocorre agora é uma luta política. Como todos sabem o secretário de Infraestrutura tem discutido somente os projetos do Governo Federal. Nós do Governo Federal que temos feito projetos de rodovias e ferrovias no Paraná, não tem projetos estaduais, o que dificulta os investimentos”, critica.

Vargas ressalta que o Paraná sempre será contemplado, um exemplo é a dragagem do Porto de Antonina, que recebeu a licença ambiental para a readequação do terminal portuário com a dragagem do canal. “Em 45 dias deve sair a licença para a dragagem toda, com investimentos de mais de R$ 200 milhões em todo o Porto de Paranaguá. Tentaram tirar uma ‘casquinha’, o que não é do nosso feitio. Queremos continuar trabalhando pelo Paraná e pelo Brasil e é esse o trabalho que a ministra Gleisi Hoffmann vem fazendo junto com a presidenta Dilma”, afirma Vargas.

Em relação aos aeroportos, Vargas afirmou que o processo que pode levar à concessão do aeroporto de Londrina, poderá ser anunciado na segunda quinzena de setembro, junto com a segunda etapa do plano de investimentos. “Isso faz parte da política nacional. Já foram feitas três concessões: Viracopos, Tom Jobim e Cumbica com uma parceria público-privada. Estamos convencidos de que gestão compartilhada é interessante, mas o governo vai avaliar a viabilidade econômico-financeira e a prestação dos serviços para a população. Confiamos na competência da Infraero, mas algumas coisas podem ser mudadas, especialmente nas áreas de logística e de cargas”, afirmou.

Vargas lembrou que já há previsão de investimentos federais da ordem de R$ 70 milhões para a ampliação da pista do aeroporto de Londrina assim que as desapropriações sejam concluídas, assim como deve ser instalado o tão esperado ILS, tornando o aeroporto viável e permitindo a parceria público-privada.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO http://www.pt-pr.org.br/noticias/15/10663/ministra-gleisi-hoffmann-apresenta-plano-de-investimentos-no-parana

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Cinco rodovias federais que cortam o Paraná terão obras do DNIT – 23/08/2012 17:27

O Paraná teve cinco trechos de rodovias federais incluídos no cronograma de obras rodoviárias que serão licitados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) até 2013. O anúncio feito pelos ministros do Planejamento, Miriam Belchior e dos Transportes, Paulo Passos, na terça-feira (21/08) em Brasília, prevê investimentos de R$ 6,5 bilhões em rodovias federais de todo o país.

As intervenções atendem o programa de obras que vem sendo discutido entre o Estado e o departamento regional do DNIT deste o início de 2011. O valor aproximado das obras previstas para o Paraná chega a R$ 2 bilhões, a maior parte será licitada até o final de 2012 pelo Regime Diferenciado de Contratação (RDC), que permite agilizar o cronograma.

“O governo federal está retomando um programa que já estava encaminhado no ano passado e que não havia saído do papel por conta das mudanças no Ministério dos Transportes. O importante é que as obras aconteçam o mais breve possível porque vão contribuir para o desenvolvimento do nosso Estado”, afirmou o secretário da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.

Foram incluídas no pacote a pavimentação de 103,3 quilômetros da BR-158 entre Palmital e Campo Mourão; a pavimentação de 130 quilômetros da BR-487 (Estrada Boiadeira); a construção da segunda ponte ligando Foz do Iguaçu ao Paranaguai (BR–277).

Também estão previstas a construção da trincheira de Tibagi e obras complementares em Ventania na BR–153 (Rodovia Transbrasiliana). Na BR–163 haverá duplicação de 40 quilômetros, entre Toledo e Marechal Rondon, e a construção da travessia urbana de Marechal Cândido Rondon com 5,6 quilômetros. A rodovia também deve receber melhorias no trecho entre Cascavel e Capitão Leônidas Marques.

CONTRATAÇÃO – As obras mais complexas serão feitas por meio de Contratação Integrada, onde o governo faz apenas um projeto elementar e contrata uma empresa para entregar a obra pronta, pagando pelo que for realizado. Em uma contratação pelo formato atual, o governo tem que fazer o projeto completo e pagar por cada item contratado da empreiteira.

O diretor-geral do DNIT, Jorge Fraxe, declarou na reunião de terça com os ministros que o momento é propício para que as empresas acelerem a conclusão de obras e fiquem aptas para novas contratações. “O DNIT está aberto às sugestões de todas as entidades envolvidas com infraestrutura de transportes no sentido de promover melhorias gradativas nos editais” afirmou o diretor.

As licitações programadas até julho de 2013 preveem 67 obras de construção, restauração e manutenção em 7.839 quilômetros de rodovias.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=70498

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