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Mulheres ocupam 38 porcento dos novos empregos no Paraná

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta terça-feira (09) um estudo sobre as desigualdades no mercado de trabalho no Brasil. No Paraná, a Secretaria do Trabalho, Emprego e Promoção Social, com base nos dados prévios do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), realiza uma pesquisa semelhante e aponta que as mulheres foram responsáveis por 38,8% dos 122.797 novos empregos formais gerados nos primeiros sete meses do ano.

A participação feminina no mercado de trabalho paranaense vem crescendo desde o início do Governo de Roberto Requião. Em 2003 elas eram 40,2% do total de empregados formais no Estado. No ano seguinte este número subiu para 40,5%. Em 2005 chegou a 41,1% e fechou 2006 em 41,9%. A expectativa é que os dados consolidados de 2007 e 2008, que ainda não foram divulgados pelo MTE, apontem a continuidade desta tendência.

Para o secretário Nelson Garcia, apesar de pequeno, o aumento é importante e mostra que as ações do Governo do Estado em geração de emprego e renda são pensadas para todos. “Acredito que com o trabalho sério que realizamos, estamos pouco a pouco diminuindo as diferenças entre homens e mulheres no mundo profissional”, analisa.

De acordo com os números estaduais, neste ano já foram contratadas 47.597 trabalhadoras. “Estas divergências são históricas e o único modo de combate-las é com políticas públicas voltadas para a inclusão da mulher nos mais diversos setores da economia. Isto se faz com cursos de qualificação nas áreas que mais contratam e ainda são vistas como exclusivas para homens, como metalurgia, construção civil e mecânica de automóveis”, explica Garcia.

Elas já superam a mão-de-obra masculina nas vagas que exigem ensino superior completo. Em 2008, ocuparam 58% dos cargos com este perfil.

SETORES – Baseado nos últimos Registros Administrativos da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), elaborado pelo MTE, o estudo mostra que as mulheres são maioria na administração pública e ocuparam 63,8% dos postos criados em 2006.

No setor de serviços, a mão-de-obra feminina correspondia a 47,2% dos empregos formalizados. No comércio, equivaliam a 41% e na indústria de transformação correspondiam a 30,2%.

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Emprego industrial no Paraná aumenta 2,3%, aponta o IBGE

O número de empregos nas indústrias do Paraná aumentou em 2,3% julho deste ano na comparação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano, a taxa ficou em 2,28%. Já no comparativo dos últimos 12 meses, o crescimento do Paraná ficou em 3,26 e superou a média nacional (2,92%).

Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal de Emprego (PME) e Salário e foram divulgados nesta terça-feira (09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado anual coloca o Paraná entre os três Estados que mais geraram empregos formais no setor.

“O Paraná está mantendo um bom ritmo no crescimento de empregos na indústria. No ano, ficamos atrás apenas de São Paulo, que apresentou alta de 4,53% no período, e de Minas Gerais (3,67%)”, analisa o secretário do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Nelson Garcia.

O número de trabalhadores nas indústrias paranaenses nos últimos 12 meses também ficou bem acima da média na Região Sul (1,26%). Em Santa Catarina, houve aumento de 0,38%. Já no Rio Grande do Sul, o índice foi de 2,05%.

FOLHA DE PAGAMENTO – O IBGE revela ainda que o valor da massa salarial dos empregados no setor no Paraná subiu 5,93% nos últimos 12 meses. Na comparação entre julho de 2008 e o mesmo mês do ano passado, a alta chegou a 10,08%. No Brasil, a média foi de 6,87%.

Segundo o IBGE, os maiores impactos positivos para o desempenho paranaense vieram das indústrias de máquinas e equipamentos (30,9%) e nas de alimentos e bebidas (15,0%).

O crescimento na folha de pagamento superou até mesmo o da indústria paulista (7,37%), a maior do país, e foi a segunda melhor taxa do Brasil. Minas Gerais ficou em primeiro (11,38%).

HORAS PAGAS: Já o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria paranaense, no acumulado dos 12 meses anteriores a julho, teve alta de 3,58%, enquanto a média nacional não ultrapassou os 2,62%.

O Paraná foi o segundo Estado do país que mais pagou horas de trabalho e aparece logo após São Paulo (4,23%).

No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina a alta foi de 0,4%. A média da Região Sul ficou em 1,32%.

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.aenoticias.pr.gov.br.

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