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Por carteira assinada e redução da jornada, centrais sindicais voltam às ruas no dia 10 de outubro

A Jornada Mundial pelo Trabalho Decente, convocada internacionalmente para o mês de outubro, unificará todas as centrais sindicais brasileiras no próximo dia 10 por “liberdade, igualdade, segurança e dignidade” para os trabalhadores.

Nas principais capitais do país, CUT, Força, CGTB, CTB, NCST e UGT realizarão passeatas e mobilizações para que “o crescimento da economia brasileira se consolide em desenvolvimento social, com ampliação de conquistas que representem melhor qualidade de trabalho e de vida para quem gera a riqueza e constrói a nação”.

De acordo com João Felício, da executiva nacional da CUT, “a manifestação resgata um princípio fundamental da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que, em nosso país, se traduz na defesa da redução da jornada de trabalho sem redução de salário, ampliação da oferta do primeiro emprego e de qualificação ao jovem, garantia de emprego digno com carteira assinada, respeito à organização sindical, combate ao trabalho infantil e escravo, igualdade de direitos entre homens e mulheres e contra qualquer tipo de discriminação”.

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Jornada Mundial pelo Trabalho Decente une as centrais internacionais FSM e CSI

Além de fortalecer a unidade do sindicalismo brasileiro, a Jornada Mundial pelo Trabalho Decente unificará a ação em nosso país das duas centrais sindicais internacionais: a Federação Sindical Mundial (FSM) e a Confederação Sindical Internacional (CSI).

A Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) são filiadas à FSM, enquanto a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical e União Geral dos Trabalhadores (UGT) são filiadas à CSI.

Na avaliação de Maria Pimentel, secretária de Relações Internacionais da CGTB, a somatória FSM e CSI reflete um amadurecimento, que fortalecerá a capacidade de mobilização na defesa de direitos e da ampliação de conquistas da classe trabalhadora no Brasil, no Continente e no mundo todo.

Para Gilda Almeida, da CTB, a união das centrais internacionais “potencializa a luta da classe contra as mazelas que ainda nos afligem e abre espaço para novos avanços”.

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