O presidente do Real ABN, Fábio Barbosa, negou que haja demissões por causa do processo de fusão e afirmou que o número de funcionários no banco, que cresceu no ano passado, vai continuar crescendo, com a tendência de abertura de agências. Barbosa reuniu-se na quarta-feira, dia 9, com o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino, com o dirigente sindical e funcionário do Real ABN Marcelo Gonçalves e com o presidente da Contraf-CUT, Vagner Freitas.
O encontro foi solicitado pelo Sindicato para que o banco esclarecesse dúvidas sobre o processo de fusão e demissões, principalmente no Centro Administrativo de Operações (CAO) do Real, o Majolão, e na matriz do banco.
Segundo Barbosa, as demissões na área de TI decorrem de um processo de terceirização, que teve início antes mesmo da venda do banco para o grupo espanhol Santander. O Sindicato reivindicou, ainda durante a reunião, que a área de recursos humanos (RH) do banco abra espaço para o diálogo diante de possíveis entraves no dia-a-dia dos trabalhadores, principalmente devido ao processo de fusão, que provoca grande insegurança nos funcionários do banco. Barbosa assegurou que o diálogo está aberto e que o pessoal da área de RH vai continuar conversando com o Sindicato.
“Queremos a preservação de todos os direitos dos funcionários durante este processo, acompanhando o nível de emprego e as contratações feitas pelo banco para garantir sempre os diretos da categoria”, diz Marcolino.
Fonte: Seeb SP