Os maiores bancos privados e públicos do país deverão acumular um lucro líquido recorde de R$ 20,5 bilhões em 2005, o que representará um salto de 43,34% em relação a 2004. O resultado virá do crescimento acelerado de novos empréstimos e da manutenção de spreads (diferença entre o custo do dinheiro para o banco e o que ele cobra para emprestar) elevados, apesar da queda da Selic (a taxa básica de juros).
A estimativa é da consultoria Austin Asis, feita com base nos balanços já publicados e em projeções. “O spread resiste a cair. Junte-se a isso a explosão no crédito e temos a explicação para essa supersafra”, disse o presidente da Austin Asis, Erivelto Rodrigues.
A análise é endossada por outras consultorias e bancos que acompanham as ações em bolsa do setor. Em recente avaliação enviada a seus clientes, o analista da Merrill Lynch Paul Tucker escreveu que “o crescimento das operações de varejo continua, sem riscos de compressão nas margens de ganho”. O melhor do diagnóstico é que o crescimento do crédito, um dos motores para os lucros recordes de 2005, “continuará forte em 2006”.
Os bancos têm concentrado suas operações de crédito no segmento de pessoa física e pequenas empresas, onde há os maiores spreads . Na média do mercado, o spread é de 29%, mas em algumas operações pode superar 40% ao ano.
Fonte: O Globo
Notícias recentes
- Contraf-CUT participa do 53º Congresso Nacional Bancário da Argentina e reforça solidariedade entre as categorias
- Podcast Estúdio CUT: os desafios de envelhecer no Brasil
- Fachin define André Mendonça como relator de pedido para investigar Flávio Bolsonaro no caso “Dark Horse”
- Governo anuncia medida contra bets ilegais e dá 24 horas para bloqueio de contas; entenda
- Bolsonaro soube e não impediu Michelle de fazer vídeo atacando Flávio
Comentários
Por Mhais• 23 de fevereiro de 2006• 11:07• Sem categoria
Setor bancário deve lucrar R$ 20,5 bilhões em 2005
Os maiores bancos privados e públicos do país deverão acumular um lucro líquido recorde de R$ 20,5 bilhões em 2005, o que representará um salto de 43,34% em relação a 2004. O resultado virá do crescimento acelerado de novos empréstimos e da manutenção de spreads (diferença entre o custo do dinheiro para o banco e o que ele cobra para emprestar) elevados, apesar da queda da Selic (a taxa básica de juros).
A estimativa é da consultoria Austin Asis, feita com base nos balanços já publicados e em projeções. “O spread resiste a cair. Junte-se a isso a explosão no crédito e temos a explicação para essa supersafra”, disse o presidente da Austin Asis, Erivelto Rodrigues.
A análise é endossada por outras consultorias e bancos que acompanham as ações em bolsa do setor. Em recente avaliação enviada a seus clientes, o analista da Merrill Lynch Paul Tucker escreveu que “o crescimento das operações de varejo continua, sem riscos de compressão nas margens de ganho”. O melhor do diagnóstico é que o crescimento do crédito, um dos motores para os lucros recordes de 2005, “continuará forte em 2006”.
Os bancos têm concentrado suas operações de crédito no segmento de pessoa física e pequenas empresas, onde há os maiores spreads . Na média do mercado, o spread é de 29%, mas em algumas operações pode superar 40% ao ano.
Fonte: O Globo
Deixe um comentário