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SINDICATOS PEDEM INTERVENÇÃO NA PARMALAT BRASIL SIMILAR Á ITÁLIA

Reuters

SÃO PAULO (Reuters) – Representantes sindicais defendem uma intervenção na Parmalat do Brasil como aconteceu com a matriz do grupo, onde o governo italiano nomeou um gestor para reestruturar os negócios da companhia e garantir a continuidade das operações.

Nesta quarta-feira, os sindicalistas vão se reunir pela primeira vez com integrantes da comissão da Câmara dos Deputados que investiga a crise na Parmalat. A subsidiária brasileira está no meio do escândalo multibilionário revelado pelo grupo na Itália em meados de dezembro.

“Não queremos que o governo coloque dinheiro em uma fornalha, nossa proposta é na mesma linha do que está sendo feito na Itália”, disse o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação (Contac), entidade ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), Siderlei Silva de Oliveira, nesta quarta-feira.

O governo italiano indicou Enrico Bondi para gerir e administrar a Parmalat em meio aos esforços para evitar a falência da empresa.

“O consenso que existe entre todas as partes é de que a empresa (no Brasil) não pode parar. Isso seria ruim para os trabalhadores, para os credores e para os produtores (de leite)”, disse ele na sede da CUT, em São Paulo.

Os sindicalistas tinham agendada para a manhã desta quarta-feira reunião com representantes da Parmalat Brasil S.A Indústria de Alimentos .

Porém, segundo Oliveira, os executivos da empresa cancelaram o encontro pouco antes da hora marcada.

Por 13:08 Notícias

SINDICATOS PEDEM INTERVENÇÃO NA PARMALAT BRASIL SIMILAR Á ITÁLIA

Reuters
SÃO PAULO (Reuters) – Representantes sindicais defendem uma intervenção na Parmalat do Brasil como aconteceu com a matriz do grupo, onde o governo italiano nomeou um gestor para reestruturar os negócios da companhia e garantir a continuidade das operações.
Nesta quarta-feira, os sindicalistas vão se reunir pela primeira vez com integrantes da comissão da Câmara dos Deputados que investiga a crise na Parmalat. A subsidiária brasileira está no meio do escândalo multibilionário revelado pelo grupo na Itália em meados de dezembro.
“Não queremos que o governo coloque dinheiro em uma fornalha, nossa proposta é na mesma linha do que está sendo feito na Itália”, disse o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação (Contac), entidade ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), Siderlei Silva de Oliveira, nesta quarta-feira.
O governo italiano indicou Enrico Bondi para gerir e administrar a Parmalat em meio aos esforços para evitar a falência da empresa.
“O consenso que existe entre todas as partes é de que a empresa (no Brasil) não pode parar. Isso seria ruim para os trabalhadores, para os credores e para os produtores (de leite)”, disse ele na sede da CUT, em São Paulo.
Os sindicalistas tinham agendada para a manhã desta quarta-feira reunião com representantes da Parmalat Brasil S.A Indústria de Alimentos .
Porém, segundo Oliveira, os executivos da empresa cancelaram o encontro pouco antes da hora marcada.

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