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Vamos conversar com os nossos colegas de trabalho e fazer a mobilização contra o descaso das direções dos bancos Itaú e Unibanco; a hora é agora!

“Roberto Setubal, não demita meu pai, nem minha mãe !”

Trabalhadores bancários vão para as ruas na quarta-feira, 17 de dezembro

Bancários nas ruas dia 17 em defesa de empregos e direitos

Descaso dos banqueiros motiva a reação dos trabalhadores

São Paulo – Com a intransigência de Itaú e Unibanco, que se negam a assinar um acordo que dê garantia de emprego aos bancários dos dois bancos e coloca em dúvida a palavra empenhada por seus presidentes, Roberto Setubal e Pedro Moreira Salles, bancários de todo o país irão às ruas no próximo dia 17 com uma Campanha em Defesa dos Empregos e Direitos dos Bancários.

A mobilização começará com os bancários do Itaú e do Unibanco, mas atingirá os trabalhadores de todos os bancos, que também têm seus postos de trabalho em risco por conta de outras fusões, como nos casos Santader-Real e Banco do Brasil-Nossa Caixa.

Na reunião de terça, dia 9, a postura dos representantes do Itaú e do Unibanco foi de desrespeito aos trabalhadores na negociação com o Sindicato, ao se negarem a formalizar a suspensão das demissões durante o processo de fusão das duas instituições financeiras.

“Em coletiva à imprensa os presidentes dos bancos informaram que não haveria demissões. Os representantes dos bancos já enviaram várias mensagens aos trabalhadores de que a fusão será tranqüila. Ora, isso só ocorre de fato quando os bancários têm a segurança de que estarão empregados. E essa certeza só vem com um acordo formalizado com o Sindicato, com regras claras”, destacou o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino, ao sair da negociação.

Dias antes da reunião, o Sindicato enviou para ambas as instituições propostas para a proteção ao emprego. O documento que foi elaborado a partir das discussões no encontro que reuniu as comissões de empresa dos bancários do Itaú e do Unibanco.

Mais fusões – Atualmente a batalha dos trabalhadores da Nossa Caixa está na Assembléia Legislativa, onde tramita o projeto de lei que irá permitir a venda para o Banco do Brasil. Os bancários lutam pela inclusão de emendas de proteção ao emprego na proposta enviada pelo governador José Serra, a qual ignorou completamente a situação dos trabalhadores.

Os bancários levaram a mobilização também para Brasília, onde será votada a medida provisória 443, que permite que o Banco do Brasil e a Caixa Federal comprem outras instituições. O objetivo é o mesmo: incluir cláusulas de proteção ao emprego na medida.

No Santander/Real, os funcionários trabalham nas ruas, com mobilizações contra demissões – a próxima está marcada para sexta-feira, dia 12 – e em diversas negociações. Em novembro, a direção do Santander apresentou um programa de realocação de funcionários após reivindicação do Sindicato.

Crise internacional – Possíveis demissões causadas pelos efeitos da crise financeira internacional também gera a mobilização, lançada em toda a América Latina pela UNI América Finanças e pelo Comitê de Finanças da Coordenadora das Centrais Sindicais do Cone Sul (CCSC).

“Não aceitaremos que os bancários paguem por eventuais perdas dos bancos no sistema financeiro internacional”, diz o presidente do Sindicato, Luis Cláudio Marcolino. “Até por que os números mostram que, no Brasil, os banqueiros continuam voando em céu de brigadeiro”, completa.

A campanha foi decidida durante a 4ª Reunião Conjunta das Redes Sindicais de Bancos Internacionais, realizada na sede da Contraf/CUT nos dias 20 e 21 de novembro.

Por André Rossi com Contraf/CUT – 11/12/2008.

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Trabalhadores bancários no Itaú e no Unibanco firmes na luta pela defesa do emprego

São Paulo – O Sindicato encaminhou uma proposta, nesta quinta-feira, 4 de dezembro, às direções do Itaú e o do Unibanco, sobre proteção ao emprego. O documento foi elaborado a partir das discussões no encontro que reuniu as comissões de empresa dos bancários do Itaú e do Unibanco.

A proposta encaminhada será discutida na reunião de terça-feira, 9 de dezembro, entre os representantes dos trabalhadores e das instituições financeiras, no segundo encontro após o anúncio da fusão.

“Queremos garantir empregos e direitos dos trabalhadores. Se a fusão é boa para o Unibanco e para o Itaú, tem ser boa também para clientes e bancários. Queremos que os bancos que têm encaminhado, aos funcionários, intenções por e-mail e correspondência, as transformem em um acordo formal entre as partes de garantia de emprego”, disse Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato.

Confira a proposta e encaminhe suas sugestões. Elas também serão apreciadas e poderão ser levadas à mesa de negociação desta terça-feira. A primeira reunião aconteceu no dia 10 de novembro, e os diretores dos bancos reafirmaram que não haverá fechamento de agências e se comprometeram com o processo de negociação durante a fusão.

Proposta de Proteção ao Emprego na Fusão Itaú/Unibanco – dezembro/2008

1) Aplicação das bases da Convenção 158 da OIT, que inibe dispensas imotivadas;

2) Suspensão imediata das demissões;

3) Suspensão imediata das contratações;

4) Qualquer operação/serviço ou negócio só poderá ser repassado ao outro banco, desde que haja ao mesmo tempo transferência/realocação dos funcionários;

5) Criação de um centro ágil e eficaz de realocação interna/seleção interna;

6) Contratação dos atuais estagiários e não renovação de novos contratos para 2009;

7) Suspensão do Programa Jovem Aprendiz, por um período determinado;

8) Redução da jornada de trabalho, sem reduzir salários.

9) Onde haja sobrecarga de trabalho, suspender a execução de hora-extra e banco de horas, abrindo espaço para realocação de funcionários de outras áreas.

10) Manutenção de toda a rede de agência, com ampliação em no mínimo 20% dos postos de trabalho para absorver funcionários da área administrativa;

11) Internalização das áreas de sistemas, compensação, tesouraria, crédito, caixa rápido, call center, entre outros;

12) Suspender novos projetos de terceirização;

13) Não renovação dos contratos de terceirização;

14) Construir um programa de incentivo à aposentadoria, estruturado de forma voluntária; e

15) Manutenção dos direitos observando as condições mais vantajosas.

Por Elisângela Cordeiro – 04/12/2008.

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.spbancarios.com.br.

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Contraf/CUT disponibiliza jornal sobre fusão entre Itaú e Unibanco

Já está disponível na área de Publicações do sítio da Contraf/CUT, no endereço eletrônico http://www.contrafcut.org.br/download/publicacoes/0812122126.pdf, o Jornal da Contraf – Especial Itaú-Unibanco.

A publicação é focada no processo de fusão entre os dois bancos, com matérias sobre o atual estágio das negociações, o histórico dos dois bancos em fusões anteriores e as reivindicações do movimento sindical.

O jornal faz parte do material disponibilizado para a Campanha em Defesa dos Empregos e Direitos, lançada pela Contraf/CUT, que acompanha uma mobilização internacional organizada pela UNI Sindicato Global e pela Coordenadoria das Centrais Sindicais do Cone SUl (CCSCS).

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTI www.contrafcut.org.br.

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