Técnicos do INSS desconfiam de fraude na contratação de grávidas
Com caráter de denúncia, matéria do dia 16 do Estado de São Paulo relata que técnicos do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) desconfiam de fraude na contratação de grávidas. Segundo a matéria, o INSS “desconfia” que a “aparente generosidade” na contratação de grávidas de até oito meses de gestação esconde fraude: a contratação seria um artifício para a mulher receber o salário-maternidade. A fonte da Previdência diz que é uma “ajuda entre aspas com o dinheiro público”.
O Estadão frisa que o salário-maternidade, “pago durante quatro meses para que as mães trabalhadoras possam ficar em casa cuidando dos bebês”, é um dos principais benefícios temporários da Previdência Social. A matéria também informa que, no ano passado, a Previdência conseguiu acabar com uma “farra” com o dinheiro do salário-maternidade, mas não identificou onde e quem estaria participando da “farra”.
A Folha de São Paulo do dia 22 divulgou que o governo federal, a título de facilitar a vida das trabalhadoras, quer que as empresas paguem diretamente às trabalhadoras o salário-maternidade para depois receberem da Previdência. Segundo a matéria, a Previdência avalia que a atual forma de pagamento do benefício exige um sacrifício das empregadas grávidas ou no período pós-parto, “pois elas são obrigadas a procurar uma agência do INSS para ter direito ao benefício”.
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Por Mhais• 22 de abril de 2003• 15:58• Sem categoria
TÉCNICOS DO INSS DESCONFIAM DE FRAUDE NA CONTRATAÇÃO DE GRÁVIDAS
Técnicos do INSS desconfiam de fraude na contratação de grávidas
Com caráter de denúncia, matéria do dia 16 do Estado de São Paulo relata que técnicos do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) desconfiam de fraude na contratação de grávidas. Segundo a matéria, o INSS “desconfia” que a “aparente generosidade” na contratação de grávidas de até oito meses de gestação esconde fraude: a contratação seria um artifício para a mulher receber o salário-maternidade. A fonte da Previdência diz que é uma “ajuda entre aspas com o dinheiro público”.
O Estadão frisa que o salário-maternidade, “pago durante quatro meses para que as mães trabalhadoras possam ficar em casa cuidando dos bebês”, é um dos principais benefícios temporários da Previdência Social. A matéria também informa que, no ano passado, a Previdência conseguiu acabar com uma “farra” com o dinheiro do salário-maternidade, mas não identificou onde e quem estaria participando da “farra”.
A Folha de São Paulo do dia 22 divulgou que o governo federal, a título de facilitar a vida das trabalhadoras, quer que as empresas paguem diretamente às trabalhadoras o salário-maternidade para depois receberem da Previdência. Segundo a matéria, a Previdência avalia que a atual forma de pagamento do benefício exige um sacrifício das empregadas grávidas ou no período pós-parto, “pois elas são obrigadas a procurar uma agência do INSS para ter direito ao benefício”.
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