São Paulo – A greve nacional dos bancários entra nesta segunda-feira no 13º dia sem perspectiva de solução. Três Tribunais Regionais do Trabalho (do Ceará, Mato Grosso do Sul e Paraíba) têm ações de dissídio coletivo que podem provocar desdobramentos no decorrer desta semana. O TRT do Ceará foi o primeiro a julgar a atual greve dos bancários. Considerou abusiva e determinou que 40% dos funcionários dos bancos parados voltem ao trabalho. A decisão da Justiça determinou ainda que 100% dos caixas eletrônicos operem normalmente.
A Confederação Nacional dos Bancários (CNB) e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) devem apresentar suas posições aos tribunais locais nesta terça-feira. Os bancários pedirão o adiamento do julgamento da greve. O presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Luiz Claudio Marcolino, alega que a categoria tem tradição em negociação e não pretende ver o fim da campanha salarial de 2004 na Justiça. A Fenaban também não apóia o julgamento regional das greves. Defende, no entanto, uma ação única, no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Enquanto isso, permanece o impasse. Os bancários afirmam que a Fenaban é “intransigente” ao não reabrir negociação para a busca de uma saída para o conflito. A federação dos bancos alega que a proposta de reajuste de 8,5% a 12,77% é o limite possível. A categoria quer 17,68% ou pelo menos que o índice de 8,5% não seja o “limite”. A greve não cresceu, principalmente pelo grande número de liminares obtidas pelos bancos para que possam abrir agências fechadas inclusive com força policial.
Fonte: O Estadão – Agnaldo Brito
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Por Mhais• 27 de setembro de 2004• 09:40• Sem categoria
Solução para greve dos bancários pode levar tempo
São Paulo – A greve nacional dos bancários entra nesta segunda-feira no 13º dia sem perspectiva de solução. Três Tribunais Regionais do Trabalho (do Ceará, Mato Grosso do Sul e Paraíba) têm ações de dissídio coletivo que podem provocar desdobramentos no decorrer desta semana. O TRT do Ceará foi o primeiro a julgar a atual greve dos bancários. Considerou abusiva e determinou que 40% dos funcionários dos bancos parados voltem ao trabalho. A decisão da Justiça determinou ainda que 100% dos caixas eletrônicos operem normalmente.
A Confederação Nacional dos Bancários (CNB) e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) devem apresentar suas posições aos tribunais locais nesta terça-feira. Os bancários pedirão o adiamento do julgamento da greve. O presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Luiz Claudio Marcolino, alega que a categoria tem tradição em negociação e não pretende ver o fim da campanha salarial de 2004 na Justiça. A Fenaban também não apóia o julgamento regional das greves. Defende, no entanto, uma ação única, no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Enquanto isso, permanece o impasse. Os bancários afirmam que a Fenaban é “intransigente” ao não reabrir negociação para a busca de uma saída para o conflito. A federação dos bancos alega que a proposta de reajuste de 8,5% a 12,77% é o limite possível. A categoria quer 17,68% ou pelo menos que o índice de 8,5% não seja o “limite”. A greve não cresceu, principalmente pelo grande número de liminares obtidas pelos bancos para que possam abrir agências fechadas inclusive com força policial.
Fonte: O Estadão – Agnaldo Brito
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