A FETEC/CUT-PR e os Sindicatos de Bancários filiados à CUT no Paraná solicitaram reunião com o secretário de Estado da Fazenda, Heron Harzua, para debater questões relacionadas à transferência das contas públicas do estado para o Banco do Brasil e para a Caixa Econômica Federal. A reunião acontecerá no dia 10 de novembro.
Em reunião estadual realizada na semana passada os sindicatos definiram campanha pela preservação do emprego no Banco Itaú. O movimento sindical irá contestar qualquer intenção de demissão no Banco, uma vez que o histórico de demissões no Itaú, após a compra do Banestado, já ultrapassou 8 mil postos de trabalho.
Vale ressaltar que, após receber o Banestado na privatização promovida em 2000, o Itaú apresentou sucessivos recordes de lucros, abateu os créditos tributários, além de demitir em massa. O movimento sindical não irá aceitar um novo enxugamento por causa da retirada das contas públicas.
Por outro lado, o estado do Paraná não pode se omitir em relação às seguintes questões:
1- Nível de emprego e fim das terceirizações. Ou seja, o BB e a Caixa têm de contratar os concursados;
2 – Respeito à legislação brasileira e as normas relativas à saúde ocupacional;
3- Tarifas bancárias e respeito à lei das filas.
O movimento sindical também realizará reunião com o diretor de Recursos Humanos do Itaú, no dia 18 de novembro, e solicitou reunião com o BB e a Caixa, dado o volume de trabalho que estes bancos irão absorver.
Fonte: Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região
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Por Mhais• 7 de novembro de 2005• 12:36• Sem categoria
Contas públicas: Sindicatos farão reivindicação à Secretaria de Estado da Fazenda
A FETEC/CUT-PR e os Sindicatos de Bancários filiados à CUT no Paraná solicitaram reunião com o secretário de Estado da Fazenda, Heron Harzua, para debater questões relacionadas à transferência das contas públicas do estado para o Banco do Brasil e para a Caixa Econômica Federal. A reunião acontecerá no dia 10 de novembro.
Em reunião estadual realizada na semana passada os sindicatos definiram campanha pela preservação do emprego no Banco Itaú. O movimento sindical irá contestar qualquer intenção de demissão no Banco, uma vez que o histórico de demissões no Itaú, após a compra do Banestado, já ultrapassou 8 mil postos de trabalho.
Vale ressaltar que, após receber o Banestado na privatização promovida em 2000, o Itaú apresentou sucessivos recordes de lucros, abateu os créditos tributários, além de demitir em massa. O movimento sindical não irá aceitar um novo enxugamento por causa da retirada das contas públicas.
Por outro lado, o estado do Paraná não pode se omitir em relação às seguintes questões:
1- Nível de emprego e fim das terceirizações. Ou seja, o BB e a Caixa têm de contratar os concursados;
2 – Respeito à legislação brasileira e as normas relativas à saúde ocupacional;
3- Tarifas bancárias e respeito à lei das filas.
O movimento sindical também realizará reunião com o diretor de Recursos Humanos do Itaú, no dia 18 de novembro, e solicitou reunião com o BB e a Caixa, dado o volume de trabalho que estes bancos irão absorver.
Fonte: Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região
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