(São Paulo) Além de passar por cima da decisão dos peritos do INSS, o ABN Real nega-se a apresentar o nexo causal (relação da doença com o trabalho) para descaracterizar a doença ocupacional. Seguindo esse raciocínio, encaminha o bancário ao INSS para requerer auxílio-doença e não auxílio por acidente de trabalho.
“Essa manobra implica no não recolhimento do INSS e na redução do tempo de estabilidade de emprego. O banco tenta se eximir da culpa de que o funcionário ficou doente em função do trabalho realizado dentro da empresa”, destaca Gutemberg de Oliveira, diretor da Fetec-SP/CUT.
O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e a Fetec SP orientam aos bancários que sofrerem esse tipo de pressão e desrespeito a entrar em contato com o Sindicato, para que o procedimento correto seja realizado. “O banco tem de agir dentro dos procedimentos legais e promover um programa de prevenção e reabilitação que atenda às necessidades dos trabalhadores”, afirmou Roseane Rodrigiues, diretora do Seeb/SP.
Fonte: Elisângela Cordeiro – Seeb SP
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Por Mhais• 16 de fevereiro de 2006• 13:39• Sem categoria
ABN insiste em negar relação da doença com o trabalho -Seeb SP – 14/02/2006
(São Paulo) Além de passar por cima da decisão dos peritos do INSS, o ABN Real nega-se a apresentar o nexo causal (relação da doença com o trabalho) para descaracterizar a doença ocupacional. Seguindo esse raciocínio, encaminha o bancário ao INSS para requerer auxílio-doença e não auxílio por acidente de trabalho.
“Essa manobra implica no não recolhimento do INSS e na redução do tempo de estabilidade de emprego. O banco tenta se eximir da culpa de que o funcionário ficou doente em função do trabalho realizado dentro da empresa”, destaca Gutemberg de Oliveira, diretor da Fetec-SP/CUT.
O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e a Fetec SP orientam aos bancários que sofrerem esse tipo de pressão e desrespeito a entrar em contato com o Sindicato, para que o procedimento correto seja realizado. “O banco tem de agir dentro dos procedimentos legais e promover um programa de prevenção e reabilitação que atenda às necessidades dos trabalhadores”, afirmou Roseane Rodrigiues, diretora do Seeb/SP.
Fonte: Elisângela Cordeiro – Seeb SP
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