25.09.2003, 09h24
Valor Econômico – Débora Guterman
Sair, se não com um acordo, pelo menos com uma proposta que possa ser estudada. Essa é a expectativa dos representantes dos bancários em relação à reunião marcada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para hoje, a sétima desde que a pauta de reivindicação foi entregue, no início de setembro. “Acreditamos que os banqueiros apresentem algum novo plano, mas não sabemos se ele vai acelerar o desfecho das negociações ou encruá-las de vez”, afirmou o presidente do sindicato dos bancários de São Paulo, João Vaccari Neto, ressaltando que a aposta majoritária é pela primeira opção.
Já o presidente da Confederação Nacional dos Bancos, Vagner Freitas, acredita que a retomada das negociações sinaliza uma propensão da Fenaban a fechar um acordo, ainda mais porque estão programadas para hoje paralisações pontuais em bancos que compõem a bancada de negociação da Fenaban, como Bradesco e Itaú, além de bancos públicos.
No último encontro, realizado na sexta-feira, prevaleceu o impasse. Os banqueiros insistiram na contraproposta inicial, de reajuste de 10% e abono de R$ 1.320. Essa forma de composição salarial tem sido constante nos acordos firmados nos últimos anos. Os bancários pedem aumento de 21,58%. Nesta reunião, porém, começou a ser discutida a possibilidade de um aumento salarial de 14%, mas não se entrou em acordo quanto ao abono. O negociador da Fenaban, Magnus Apostólico, reconhece que a negociação tem apresentado avanços, mas prefere não especificá-los. “A idéia é construir uma proposta conjunta”.
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Por Mhais• 25 de setembro de 2003• 10:10• Sem categoria
SINDICATO ESPERA QUE BANCOS AO MENOS FAÇAM UMA PROPOSTA
25.09.2003, 09h24
Valor Econômico – Débora Guterman
Sair, se não com um acordo, pelo menos com uma proposta que possa ser estudada. Essa é a expectativa dos representantes dos bancários em relação à reunião marcada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para hoje, a sétima desde que a pauta de reivindicação foi entregue, no início de setembro. “Acreditamos que os banqueiros apresentem algum novo plano, mas não sabemos se ele vai acelerar o desfecho das negociações ou encruá-las de vez”, afirmou o presidente do sindicato dos bancários de São Paulo, João Vaccari Neto, ressaltando que a aposta majoritária é pela primeira opção.
Já o presidente da Confederação Nacional dos Bancos, Vagner Freitas, acredita que a retomada das negociações sinaliza uma propensão da Fenaban a fechar um acordo, ainda mais porque estão programadas para hoje paralisações pontuais em bancos que compõem a bancada de negociação da Fenaban, como Bradesco e Itaú, além de bancos públicos.
No último encontro, realizado na sexta-feira, prevaleceu o impasse. Os banqueiros insistiram na contraproposta inicial, de reajuste de 10% e abono de R$ 1.320. Essa forma de composição salarial tem sido constante nos acordos firmados nos últimos anos. Os bancários pedem aumento de 21,58%. Nesta reunião, porém, começou a ser discutida a possibilidade de um aumento salarial de 14%, mas não se entrou em acordo quanto ao abono. O negociador da Fenaban, Magnus Apostólico, reconhece que a negociação tem apresentado avanços, mas prefere não especificá-los. “A idéia é construir uma proposta conjunta”.
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