Estadão
RIO – O setor siderúrgico brasileiro “tem espaço” para aumentar a participação no mercado internacional, avalia o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que está disposto a apoiar projetos nesse sentido, segundo o diretor do banco, Maurício Borges Lemos. A intenção, porém, é apoiar um conjunto de empresas e não empreendimentos isolados. “O ideal é que os empresários do setor se reúnam e desenvolvam projetos conjuntos”, disse Lemos. Para ele, “já há conversas” com as empresas, mas não há projeto formal no banco.
Lemos considera que as opções são muitas. Uma delas, por exemplo, seria a formação de “tradings” para comercializar os seus produtos no exterior. Ele não afasta, inclusive, a possibilidade de o BNDES apoiar algum projeto de laminação nos Estados Unidos.
As siderúrgicas brasileiras inclusive estão iniciando nova rodada de expansão da produção. Ontem, o diretor de relações com o investidores da Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST), Leonardo Horta, informou que a empresa concluirá, até dezembro, o processo de escolha dos fornecedores dos equipamentos para o plano que elevará a produção dos atuais 5 milhões para 7,5 milhões de toneladas de aço anuais. E a empresa espera contratar até março as fontes de financiamento do projeto que envolverá investimentos de cerca de US$ 1 bilhão. (Alaor Barbosa)
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Por Mhais• 30 de outubro de 2003• 10:52• Sem categoria
BANCO VAI APOIAR A SIDERURGIA
Estadão
RIO – O setor siderúrgico brasileiro “tem espaço” para aumentar a participação no mercado internacional, avalia o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que está disposto a apoiar projetos nesse sentido, segundo o diretor do banco, Maurício Borges Lemos. A intenção, porém, é apoiar um conjunto de empresas e não empreendimentos isolados. “O ideal é que os empresários do setor se reúnam e desenvolvam projetos conjuntos”, disse Lemos. Para ele, “já há conversas” com as empresas, mas não há projeto formal no banco.
Lemos considera que as opções são muitas. Uma delas, por exemplo, seria a formação de “tradings” para comercializar os seus produtos no exterior. Ele não afasta, inclusive, a possibilidade de o BNDES apoiar algum projeto de laminação nos Estados Unidos.
As siderúrgicas brasileiras inclusive estão iniciando nova rodada de expansão da produção. Ontem, o diretor de relações com o investidores da Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST), Leonardo Horta, informou que a empresa concluirá, até dezembro, o processo de escolha dos fornecedores dos equipamentos para o plano que elevará a produção dos atuais 5 milhões para 7,5 milhões de toneladas de aço anuais. E a empresa espera contratar até março as fontes de financiamento do projeto que envolverá investimentos de cerca de US$ 1 bilhão. (Alaor Barbosa)
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