Greve é um direito adquirido dos trabalhadores e previsto na lei vigente do país. Logo, a tentativa de impedir que atos como estes aconteçam, é inadmissível. Mesmo assim, mais uma vez, os banqueiros agem de maneira arrogante, truculenta e prepotente.
Em Curitiba, os banqueiros demonstraram, novamente, desrespeito à categoria, à lei vigente e aos direitos dos trabalhadores. Os Bancos ABN Real e Unibanco entraram, separadamente, com demandas de Interdito Proibitório com o pedido de Liminar contra o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região. Com essas liminares, os Bancos pretendem impedir manifestações do movimento sindical em frente as suas agências.
Com essa atitude, os Bancos ABN Real e Unibanco evidenciam também, total desconhecimento jurídico. Estes pedidos de liminares são inteiramente equivocados – uma vez que não são amparados pela lei vigente no país. Além do mais, quem deve julgar uma possível greve, declarar que ela é legal ou ilegal, é única e exclusivamente o Ministério do Trabalho. Apenas a ele compete julgar uma greve.
Porém, mais uma vez demonstrando desconhecimento, os Bancos em questão entraram com os pedidos dos interditos proibitórios na Justiça Civil, que não é competente para julgar tal matéria.
O Sindicato e a FETEC/CUT-PR repudiam com veemência a atitude dos Bancos. As paralisações seguiam totalmente pacíficas e os trabalhadores aderiram às mobilização de livre e espontânea vontade. Os diretores do Sindicato e da Federação dos Bancários, como sempre, estavam fazendo uso do argumento e da palavra, dentro do maior respeito, sem manifestar qualquer atitude violenta contra os trabalhadores, clientes ou mesmo contra o patrimônio.
Atos de violência, agressividade e truculência nunca fizeram parte da rotina de luta e da busca pelos direitos dos trabalhadores bancários do estado do Paraná. E vale ressaltar que bancários de todo o país estão paralisando agências por 24 horas no dia de hoje. Essa foi a forma que a categoria encontrou para protestar contra a negativa da Fenaban em avançar nas negociações com o Comando Nacional dos Bancários, o que já dura mais de dois meses.
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Por Mhais• 28 de setembro de 2005• 12:34• Sem categoria
Bancos continuam desrespeitando direitos dos trabalhadores
Greve é um direito adquirido dos trabalhadores e previsto na lei vigente do país. Logo, a tentativa de impedir que atos como estes aconteçam, é inadmissível. Mesmo assim, mais uma vez, os banqueiros agem de maneira arrogante, truculenta e prepotente.
Em Curitiba, os banqueiros demonstraram, novamente, desrespeito à categoria, à lei vigente e aos direitos dos trabalhadores. Os Bancos ABN Real e Unibanco entraram, separadamente, com demandas de Interdito Proibitório com o pedido de Liminar contra o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região. Com essas liminares, os Bancos pretendem impedir manifestações do movimento sindical em frente as suas agências.
Com essa atitude, os Bancos ABN Real e Unibanco evidenciam também, total desconhecimento jurídico. Estes pedidos de liminares são inteiramente equivocados – uma vez que não são amparados pela lei vigente no país. Além do mais, quem deve julgar uma possível greve, declarar que ela é legal ou ilegal, é única e exclusivamente o Ministério do Trabalho. Apenas a ele compete julgar uma greve.
Porém, mais uma vez demonstrando desconhecimento, os Bancos em questão entraram com os pedidos dos interditos proibitórios na Justiça Civil, que não é competente para julgar tal matéria.
O Sindicato e a FETEC/CUT-PR repudiam com veemência a atitude dos Bancos. As paralisações seguiam totalmente pacíficas e os trabalhadores aderiram às mobilização de livre e espontânea vontade. Os diretores do Sindicato e da Federação dos Bancários, como sempre, estavam fazendo uso do argumento e da palavra, dentro do maior respeito, sem manifestar qualquer atitude violenta contra os trabalhadores, clientes ou mesmo contra o patrimônio.
Atos de violência, agressividade e truculência nunca fizeram parte da rotina de luta e da busca pelos direitos dos trabalhadores bancários do estado do Paraná. E vale ressaltar que bancários de todo o país estão paralisando agências por 24 horas no dia de hoje. Essa foi a forma que a categoria encontrou para protestar contra a negativa da Fenaban em avançar nas negociações com o Comando Nacional dos Bancários, o que já dura mais de dois meses.
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