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FETEC-CUT-PR e candidatos dos bancários discutem políticas de estímulo à Economia Solidária

Uma alternativa para o modelo econômico vigente. Esta é a proposta da economia solidária, que surgiu para enfrentar o desemprego e a pobreza, proporcionando um meio de auto-sustentação para as pessoas. Maria de Fátima Costamilan, diretora de Políticas Sociais da FETEC-CUT-PR, participou no dia 6 de setembro, da Plenária Pró-Fórum Regional Economia Solidária, realizada no prédio da UFPR, na Praça Santos Andrade, em Curitiba/PR.
Estas reuniões tem como intuito debater propostas de como consolidar e incentivar o surgimento de novos empreendimentos, ampliar a rede de comercialização e especialmente, conquistar novos espaços públicos. Na reunião, os representantes do Fórum Regional da Economia Solidária entregaram aos candidatos Marisa Stedile e Adilson Stuzata uma pauta de reivindicações com o objetivo de fomentar a economia solidária no Paraná.
Dentre os pedidos maior acesso ao microcrédito e mais espaços para exposição e comercialização dos produtos. “Queremos a abertura do Estado, de empresas como a Copel e a Sanepar, para que possamos realizar feiras e fazer a economia solidária crescer e sair do anonimato. Os espaços públicos devem estar abertos para a economia solidária e popular. Nós desejamos que os senhores se comprometam com a causa e que realizem ações políticas que possam nos auxiliar”, afirmou um dos presentes.
Maria de Fátima Costamilan lembrou que a FETEC-CUT-PR e o Sindicato dos Bancários e Financiários de Curitiba e Região já têm como tradição debater e incentivar o consumo de produtos da economia solidária. Ela salientou que para estas entidades o apoio não está apenas no discurso, tanto que os eventos promovidos pelo movimento sempre oferecem espaço para escoar os produtos da economia solidária.
Marisa Stedile, presidente licenciada do Sindicato dos Bancários de Curitiba, sugeriu a implantação de uma agência responsável por fomentar a economia solidária e a utilização dos veículos de comunicação dos sindicatos, que são canais gratuitos, para divulgar suas feiras.
Já Adilson Stuzata, presidente licenciado da FETEC-CUT-PR, falou que a redução do emprego formal faz com que a carteira assinada se torne um sonho para a maioria das pessoas e que este tipo de emprego tende a diminuir cada vez mais. “Já que os centros urbanos não conseguem gerar os empregos e renda necessários, incentivar o desenvolvimento da economia solidária é uma alternativa. Precisamos ainda lutar por empréstimos com juros baixos e lutar para que espaços públicos que estejam inoperantes sejam cedidos para as feiras”, concluiu.
Patrícia Meyer
FETEC-CUT-PR

Por 13:05 Sem categoria

FETEC-CUT-PR e candidatos dos bancários discutem políticas de estímulo à Economia Solidária

Uma alternativa para o modelo econômico vigente. Esta é a proposta da economia solidária, que surgiu para enfrentar o desemprego e a pobreza, proporcionando um meio de auto-sustentação para as pessoas. Maria de Fátima Costamilan, diretora de Políticas Sociais da FETEC-CUT-PR, participou no dia 6 de setembro, da Plenária Pró-Fórum Regional Economia Solidária, realizada no prédio da UFPR, na Praça Santos Andrade, em Curitiba/PR.

Estas reuniões tem como intuito debater propostas de como consolidar e incentivar o surgimento de novos empreendimentos, ampliar a rede de comercialização e especialmente, conquistar novos espaços públicos. Na reunião, os representantes do Fórum Regional da Economia Solidária entregaram aos candidatos Marisa Stedile e Adilson Stuzata uma pauta de reivindicações com o objetivo de fomentar a economia solidária no Paraná.

Dentre os pedidos maior acesso ao microcrédito e mais espaços para exposição e comercialização dos produtos. “Queremos a abertura do Estado, de empresas como a Copel e a Sanepar, para que possamos realizar feiras e fazer a economia solidária crescer e sair do anonimato. Os espaços públicos devem estar abertos para a economia solidária e popular. Nós desejamos que os senhores se comprometam com a causa e que realizem ações políticas que possam nos auxiliar”, afirmou um dos presentes.

Maria de Fátima Costamilan lembrou que a FETEC-CUT-PR e o Sindicato dos Bancários e Financiários de Curitiba e Região já têm como tradição debater e incentivar o consumo de produtos da economia solidária. Ela salientou que para estas entidades o apoio não está apenas no discurso, tanto que os eventos promovidos pelo movimento sempre oferecem espaço para escoar os produtos da economia solidária.

Marisa Stedile, presidente licenciada do Sindicato dos Bancários de Curitiba, sugeriu a implantação de uma agência responsável por fomentar a economia solidária e a utilização dos veículos de comunicação dos sindicatos, que são canais gratuitos, para divulgar suas feiras.

Já Adilson Stuzata, presidente licenciado da FETEC-CUT-PR, falou que a redução do emprego formal faz com que a carteira assinada se torne um sonho para a maioria das pessoas e que este tipo de emprego tende a diminuir cada vez mais. “Já que os centros urbanos não conseguem gerar os empregos e renda necessários, incentivar o desenvolvimento da economia solidária é uma alternativa. Precisamos ainda lutar por empréstimos com juros baixos e lutar para que espaços públicos que estejam inoperantes sejam cedidos para as feiras”, concluiu.

Patrícia Meyer
FETEC-CUT-PR

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