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Suspensão de venda de subsidiária preserva estrutura da Nossa Caixa

São Paulo – A suspensão da venda da subsidiária de Seguros e Previdência do banco Nossa Caixa (BCN) a Mapfre Vera Cruz Seguradora não deve provocar mudanças para os cerca de 1 milhão de segurados, na avaliação de Elias Maalouf, diretor de bancos estaduais da Fetec/CUT/SP (federação dos bancários), requerente da ação popular, já que com a decisão judicial a subsidiária deve volta para mão do estado de São Paulo.

Entre a série de irregularidades apontadas pelo dirigente sindical está o fato de que a Superintendência de Seguros Privados – que controla e fiscaliza os mercados de seguro, previdência privada etc- informou que a Mapfre não tinha condições de participar do leilão e que sequer era autorizada a funcionar.

Apesar disso, o grupo espanhol participou do leilão, realizado em maio do ano passado, e abocanhou ao vencer o leilão não só a subsidiária à venda na época, mas toda a estrutura da Nossa Caixa, com sua rede de 850 agências, seus equipamentos e funcionários.

“Indiretamente, o banco estava privatizando seus serviços”, avalia o dirigente sindical. “Essa liminar vem corrigir um grave erro cometido pelo Governo do Estado que tentou entregar parte do patrimônio público à iniciativa privada. Os erros cometidos durante todo o processo são grosseiros e demonstram a pressa em realizar o leilão o que é, no mínimo, suspeito”, afirma Elias Maalouf.

Fonte: Seeb São Paulo

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Suspensão de venda de subsidiária preserva estrutura da Nossa Caixa

São Paulo – A suspensão da venda da subsidiária de Seguros e Previdência do banco Nossa Caixa (BCN) a Mapfre Vera Cruz Seguradora não deve provocar mudanças para os cerca de 1 milhão de segurados, na avaliação de Elias Maalouf, diretor de bancos estaduais da Fetec/CUT/SP (federação dos bancários), requerente da ação popular, já que com a decisão judicial a subsidiária deve volta para mão do estado de São Paulo.
Entre a série de irregularidades apontadas pelo dirigente sindical está o fato de que a Superintendência de Seguros Privados – que controla e fiscaliza os mercados de seguro, previdência privada etc- informou que a Mapfre não tinha condições de participar do leilão e que sequer era autorizada a funcionar.
Apesar disso, o grupo espanhol participou do leilão, realizado em maio do ano passado, e abocanhou ao vencer o leilão não só a subsidiária à venda na época, mas toda a estrutura da Nossa Caixa, com sua rede de 850 agências, seus equipamentos e funcionários.
“Indiretamente, o banco estava privatizando seus serviços”, avalia o dirigente sindical. “Essa liminar vem corrigir um grave erro cometido pelo Governo do Estado que tentou entregar parte do patrimônio público à iniciativa privada. Os erros cometidos durante todo o processo são grosseiros e demonstram a pressa em realizar o leilão o que é, no mínimo, suspeito”, afirma Elias Maalouf.
Fonte: Seeb São Paulo

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