Bancários e bancárias ganharam prazo até o dia 6 de junho para responder ao questionário do Mapa da Diversidade. A prorrogação foi conseguida pela Contraf-CUT junto à Febraban para tentar garantir o máximo de participação na pesquisa. Os questionários estão disponíveis no site da Febraban (clique aqui para acessar ou digite www.febraban-diversidade.org.br).

Nos últimos dias, a intensificação da campanha de esclarecimento e incentivo aos trabalhadores para que participem do censo aumentou consideravelmente o número de bancários que participaram. “Precisamos manter essa mobilização durante essas duas semanas para que a pesquisa seja a mais representativa possível. Não podemos mais deixar para a última hora, precisamos continuar o arrastão”, defende Arlene Monstanari, secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT. Material específico sobre o Mapa da Diversidade está disponível no site da confederação, na sessão Downloads (acesso restrito).

Um problema que está sendo encontrado pelos bancários é a falta de Internet no local de trabalho. Muitos bancários não trabalham com computador ou têm como acessar a rede durante o expediente. “Mesmo que seja mais difícil, é importante que o bancário responda o censo em casa ou procure seu sindicato”, sustenta Arlene.

Fazendo história

A participação de todos os bancários é fundamental para que a pesquisa trace o quadro mais realista possível da discriminação por raça, gênero, idade e contra pessoas com deficiência no setor bancário. De posse destes dados, o movimento sindical poderá formular políticas claras de combate à discriminação, além de, junto com o Ministério Público do Trabalho, cobrar ações efetivas dos bancos. “O Mapa será uma conquista histórica da categoria no que se refere à mobilização e organização, principalmente no campo da Diversidade, e cada bancário e dirigente sindical tem a chance de participar”, afirma Arlene.

O Mapa da Diversidade é uma ação da Febraban em resposta a antigas reivindicações dos trabalhadores bancários e de outros setores da sociedade. O sigilo dos dados está garantido pela metodologia adotada na pesquisa, que conta com assessoria técnica do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desiguladades (CEERT), recomendado pela Contraf-CUT. As respostas individuais serão enviadas diretamente para a Febraban, onde serão trabalhadas. Os bancos só terão acesso aos dados consolidados, que não identificam individualmente os bancários, evitando possíveis represálias por parte dos gestores e garantindo a segurança dos trabalhadores.

Fonte: Contraf-CUT

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